O ramo dos investimentos ainda é pouco explorado por grande parte da população. Acima de tudo, o medo de perder dinheiro é o que mais assombra o brasileiro. Porém, o mercado aponta que os títulos públicos são as melhores escolhas para junho.
Especialistas apontam investimento em títulos públicos como tiro certo
Modalidade de investimento é uma alternaiva viável para os brasileiros. Veja quais são as recomendações para junho!
A fim de minimizar os riscos e seguir para um caminho mais concreto, os especialistas indicam que os títulos prefixados são os ideais no momento. Só para exemplificar, tanto os tesouros prefixados do Itaú BBA quanto os da XP ampliaram seus números recentemente.
De acordo com os analistas, o investimento nos títulos menos suscetíveis às taxas de juros são os mais apropriados. Embora percam no quesito rentabilidade, ganham em estabilidade. Portanto, funcionam bem para quem quer investir, mas não querem fazer nenhum movimento audacioso. Confira o porquê!
Instituições alertam para a volatilidade do mercado
Conforme sugere em relatório, a XP acredita que o mercado financeira passará por uma grande mudança após 2026. Por isso, a empresa optou por encurtar os prazos dos títulos públicos para 2025. Camilla Dolle, Mayara Rodrigues e Natalia Moura assinaram o documento.
Por outro lado, o Itaú considera que a inflação vai diminuir no futuro. Mesmo assim, a instituição afirma que o processo pode demorar. Segundo o especialista em renda fixa, Lucas Queiroz, o IPCA na casa dos 3,94% não deve apresentar uma melhora nos próximos anos.
Mais recomendações para junho
Por mais que o brasileiro ainda não priorize os investimentos em detrimento da segurança e estabilidade, tanto o Itaú BBA, a XP e até o Santander afirmam categoricamente que o Tesouro IPCA+ 2023 é uma boa para investir.
Em relatório assinado por Ricardo Peretti e Alice Corrêa, o Santander justifica a escolha por esses Títulos Públicos.
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“Se os ventos domésticos se provarem favoráveis para os ativos de risco, podemos ver um menor prêmio de risco para os títulos públicos reais, favorecendo a marcação a mercado dos mesmos”.
Ainda assim, a incerteza quanto à situação econômica brasileira e uma eventual queda da inflação é o que aumenta a demanda por esses títulos. “Caso a percepção de risco piore e o dólar volte a se valorizar, a proteção contra a inflação do título recomendado exercerá sua função”, finaliza o banco.
Imagem: Dean Drobot / Shutterstock.com
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