No primeiro mês do ano, Mato Grosso do Sul registrou um recorde de abertura de empresas. Ao todo, houve um aumento de 10,4% em 2023 em relação ao mesmo período de 2022, com 744 novas empresas abertas em janeiro.
Estado brasileiro bate recorde em abertura de empresas
Conheça o estado responsável pelo maior número de abertura de empresas em janeiro deste ano. Veja e se surpreenda!
Segundo informações divulgadas pela Junta Comercial do Estado de Mato Grosso do Sul (Jucems), embora o resultado tenha sido comemorado pelas entidades do estado, ele não foi exatamente uma surpresa, já que a unidade federativa já vem se destacando há alguns meses — trazendo bons resultados para a economia do centro-oeste do país.
No estado, a região que mais se destacou registrando o maior número de aberturas foi Campo Grande, com 298 novas empresas. No entanto, outros locais da cidade também tiveram peso no resultado:
- Campo Grande — 298 empresas;
- Dourados — 74 empresas;
- Três Lagoas — 34 empresas;
- Ponta Porã — 23 empresas;
- Naviraí e Nova Andradina — 19 empresas cada;
- Chapadão do Sul, Corumbá e Maracaju — 16 cada;
- Paranaíba — 15 empresas.
O que levou à alta?
O que teria fomentado o empreendedorismo e a abertura de novos negócios de forma constante teriam sido medidas adotadas pelo estado ao longo da pandemia do coronavírus. Além disso, o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, defende ainda que o que teria motivado o crescimento constante de ano para ano foi principalmente o incentivo no período pós-pandemia.
Como dito anteriormente, essa alta já vem sendo registrada há alguns meses. Em 2022, por exemplo, o estado registrou a abertura de 9.602 empresas, um aumento de 3,55% em relação ao ano anterior.
Quais medidas foram adotadas?
Segundo o secretário, diversas medidas incentivaram o empreendedorismo no estado, mas se destacam principalmente medidas que visam a diminuir as burocracias em relação ao administrativo. Dentre elas, estão:
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- Dilatação dos prazos para pagamento de financiamentos e de impostos;
- Acordos empresariais para manter os postos de trabalho;
- Garantia de circulação das mercadorias;
- Revisão de alíquotas a serem pagas.
Na distribuição por setores da economia, os “Serviços” responderam por 73,39% do total de empresas abertas em janeiro (546), seguidos pelo Comércio (23,92%, ou 178 empresas) e Indústria (2,69%, totalizando 20 empresas).
Imagem: alphaspirit.it/shutterstock
