Declarar o Imposto de Renda é uma obrigação anual para a grande maioria dos brasileiros. Apesar de ser um processo relativamente simples, a falta de atenção ou informação pode levar o contribuinte a cair na malha fina.
Estas 15 dicas vão te ajudar a não cair na malha fina do Imposto de Renda
Evite cair na malha fina: 15 dicas para fazer a declaração do Imposto de Renda de 2023 corretamente e sem confusão!
Para evitar esse tipo de problema, é importante seguir alguns cuidados na hora de preencher a declaração. Neste texto, apresentaremos 15 dicas úteis para ajudá-lo a evitar problemas e a fazer a declaração corretamente. Confira!
15 dicas para evitar a malha fina do Imposto de Renda
Com tantas informações para declarar, é normal se confundir na hora de fazer o Imposto de Renda. Para evitar essa dor de cabeça, reunimos 15 dicas essenciais que vão te impedir de cair na malha fina!
1. Reúna seus documentos: passo a passo para não esquecer de nada
O primeiro passo é reunir todos os documentos necessários, como comprovantes de rendimentos, notas de corretagem, informes de rendimentos do IR e planilhas de controle, como a de dependentes, por exemplo.
Ter esses documentos em mãos ajuda a se organizar na hora de fazer a declaração e comprovar as informações declaradas.
2. Rendimentos isentos: por que eles também devem ser declarados
É importante declarar todos os rendimentos, inclusive os isentos, como bolsa de estudos, herança e doações. Isso é fundamental para evitar problemas com a Receita.
3. Erros de digitação: como evitar problemas na declaração
Para evitar problemas na declaração, é importante prestar atenção aos detalhes e evitar erros de digitação, que podem comprometer a declaração e aumentar as chances de cair na malha fina. É recomendado reservar um tempo para revisar todas as informações antes de enviar a declaração.
4. Dependentes na declaração: o que você precisa saber
Ao declarar dependentes, é necessário informar todos os rendimentos recebidos por eles, mesmo que sejam menores de idade.
É importante lembrar também que cada pessoa só pode ser considerada dependente em uma única declaração, então é preciso ter cuidado na hora de declarar dependentes em casos de pais separados, por exemplo.
5. Declarando bens: como informar o valor correto
Ao declarar bens, é importante informar o valor de aquisição, e não de mercado. Ou seja, declarar esses bens com os valores que foram pagos por eles, independentemente de quanto eles valem atualmente.
6. Saldo das contas bancárias: o que você precisa saber para evitar problemas
É importante prestar atenção ao saldo das contas bancárias. Saldos acima de R$ 140 precisam ser declarados, e é fundamental não permitir que outras pessoas movimentem dinheiro na sua conta.
7. Décimo terceiro salário: por que ele deve ser declarado separadamente
O décimo terceiro salário não deve ser somado aos demais rendimentos tributáveis, pois ele é de tributação exclusiva na fonte e não dá direito à restituição. É importante lembrar que a tributação sobre os salários dos outros meses ainda pode ser restituída, em caso de tributação excessiva.
8. Investimentos: como declarar ações e outros investimentos
Na hora de declarar investimentos, é importante não esquecer de informar lucros com ações. Quem investe na Bolsa de Valores precisa informar as operações e retenções no anexo “renda variável” da declaração anual.
É importante lembrar também que os investidores que não informarem o lucro em Bolsa estarão sujeitos à multa e juros.
Para quem investe em ações, é necessário apurar os resultados mensais das aplicações e calcular o imposto devido. Esse pagamento deve ser feito até o fim do mês seguinte ao investimento, e pode ser feito por meio do Documento de Arrecadação da Receita Federal (DARF).
9. IRRF e Imposto de Renda Total são diferentes
Além do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), ainda existem outros valores para serem acertados com a Receita, como no caso de investimentos. Alguns deles só são declarados no Imposto de Renda anual. É importante entender como funciona o IRRF para evitar confusões na hora de declarar.
10. Aposentadoria privada: como declarar VGBL e PGBL corretamente
Os contribuintes que têm aposentadoria privada podem ter planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) ou PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). É importante declarar esses planos corretamente para evitar problemas com a Receita.
No caso do PGBL, é preciso informar as contribuições feitas. Já o VGBL deve ser declarado como uma aplicação financeira, e deve ser informado o saldo da aplicação até o dia 31 de dezembro de 2022.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
11. Acompanhamento da declaração: como saber se está tudo certo
Após concluir e enviar a declaração, é preciso acompanhar o status dela e verificar se a Receita encontrou alguma inconsistência. Caso isso ocorra, o contribuinte pode conferir as pendências apontadas e ter um prazo para regularizar essas informações.
12. Despesas médicas: como comprovar gastos relacionados à saúde
As despesas médicas e qualquer outro gasto relacionado à saúde, quando informados na declaração, podem ser deduzidos integralmente do cálculo do Imposto de Renda. Porém, é fundamental apresentar o comprovante de que a despesa foi realizada, pois a Receita Federal costuma ser rigorosa nesse ponto.
13. Investimentos isentos: por que também devem ser declarados
Todos os investimentos devem ser declarados no Imposto de Renda, mesmo que sejam isentos de tributos, como é o caso da poupança, LCI e LCA. Mesmo que não haja tributação sobre esses investimentos, é importante informá-los na declaração anual de IR.
Dessa forma, é possível manter um registro completo de todos os seus investimentos e evitar problemas com a Receita Federal.
14. Controle financeiro: como manter a organização
Para evitar problemas com a Receita Federal, é fundamental manter uma visão clara das movimentações financeiras. Para isso, é importante ter um bom planejamento financeiro, mantendo um controle detalhado de todos os gastos, investimentos e despesas.
15. Imposto devido: por que é importante recolher mensalmente e pagar o DARF
Quando se investe em ações, é necessário apurar os resultados mensais das aplicações e calcular o imposto devido. Isso acontece porque as corretoras retêm na fonte apenas uma pequena parcela desse imposto.
Assim, para fazer o pagamento total, é preciso gerar o Documento de Arrecadação da Receita Federal (DARF) pelo Sicalc Web, no site da Receita Federal.
O DARF é o documento utilizado para pagar taxas, tributos e outros impostos. Além disso, no caso dos investimentos, ele serve para recolher o imposto do lucro com ações e fundos imobiliários.
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
Pode ser do seu interesse:
