Em 2022, cerca de 14 milhões de pessoas são microempreendedoras individuais (MEIs) no Brasil. Neste contexto, uma das maiores dúvidas é se o trabalhador deve separar suas finanças de pessoa física das de pessoa jurídica.
Estas dicas vão te ajudar a separar suas finanças de pessoa física das de jurídica: veja!
Considerando que existem 14 milhões de MEIs no Brasil, é uma boa hora para aprender a separar suas finanças de PF e PJ. Saiba mais
Entenda que não definir uma divisão para estes valores pode atrapalhar em processos importantes, como a solicitação de um empréstimo para crescimento do negócio ou mesmo para organizar o balancete e determinar se houve lucro.
Portanto, pegue um papel e uma caneta e anote as dicas que reunimos para você separar suas finanças de PF e PJ!
Dicas para dividir as finanças
O primeiro passo essencial é determinar quais são os gastos como pessoa física e os gastos como pessoa jurídica. Em seguida, também deve ficar clara a renda mensal da PJ e se a PF possui outras fontes de rendimentos.
Compreendendo de onde o dinheiro sai e para onde ele vai, você pode administrar com mais eficiência essa divisão. Além disso, também garante que sua saúde financeira esteja em dia.
O segundo passo é garantir que os valores estejam em contas bancárias diferentes. Ou seja, o microempreendedor deve ter uma conta de pessoa física, na qual realizará apenas transações referentes à PF, e outra conta de pessoa jurídica, para administrar as finanças enquanto MEI.
Com isto, determine uma quantia específica dos seus ganhos como PJ para ser o seu salário mensal enquanto PF. É o que todas as empresas praticam e, ao fazê-lo, saberá quanto tem disponível para as suas operações pessoais.
Por fim, sempre elabore orçamentos que contemplem reservas financeiras para a PF e para a PJ separadamente. Imprevistos podem acontecer, tanto para o trabalhador quanto para a empresa em si. Logo, a fim de manter a saúde financeira de ambos, é essencial se precaver.
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Por que essa separação é importante?
- Permite maior controle de fluxo de caixa e capital de giro;
- Estabelece bom embasamento para a segurança financeira;
- Aumenta a possibilidade de melhorar os investimentos;
- Providencia comprovação necessária para realizar empréstimos;
- Proporciona planejamentos financeiros mais assertivos.
Imagem: Rido / Shutterstock.com
