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Ex-narrador da Globo pede R$ 15 milhões na Justiça do Trabalho após demissão

Avatar de Davi Aguiar Davi Aguiar · · 2 min de leitura
logo da emissora Globo e ao fundo uma pessoa triste em desfoque

Jota Júnior, renomado narrador esportivo conhecido por sua trajetória na Rede Globo, está movendo uma ação na Justiça do Trabalho em busca de uma indenização de R$ 15 milhões.

Nesse sentido, o motivo alegado pelo ex-narrador da Globo é a falta de registro em sua carteira de trabalho durante quase duas décadas. Além disso, ele afirma que, em 2019, seu salário foi reduzido sem qualquer aviso pela emissora. Ele ficou na empresa por 24 anos, começando em 1999.

Jota Júnior, que trabalhou em várias transmissões esportivas de destaque, alega que não teve seu vínculo empregatício devidamente registrado durante quase 20 anos de serviços prestados à emissora. A empresa passou por uma varredura recentemente e muitas demissões foram feitas.

Ex-narrador da Globo alega que teve prejuízos por ausência de registro

Segundo ele, a ausência de registro trouxe prejuízos significativos para sua carreira, uma vez que afetou sua aposentadoria, acesso a benefícios trabalhistas e a própria segurança jurídica em relação ao seu trabalho.

Além disso, o ex-narrador da Globo destaca que, em 2019, sofreu uma redução abrupta em seu salário, sem justificativas. Assim, a diminuição foi de quase R$ 20 mil, o que representou um impacto financeiro significativo em sua vida. Jota Júnior alega que essa atitude da emissora foi arbitrária e desrespeitou seus direitos.

Emissora ainda não se pronunciou sobre o tema

Diante dessas circunstâncias, Jota Júnior decidiu buscar reparação na Justiça do Trabalho, na qual entrou com uma ação requerendo uma indenização de R$ 15 milhões. O ex-narrador da Globo argumenta que a soma pedida visa compensar os danos morais e materiais causados pela falta de registro em carteira e pela redução salarial injustificada.

Nesse sentido, até o momento, a Rede Globo não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. É esperado que o caso seja acompanhado de perto pelos meios de comunicação. Ele corre no TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região).

Imagem: Evgeny Hmur / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

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