Tanto o Facebook quanto o Instagram começaram a remover publicações com pedido de intervenção militar, segundo informação divulgada pela Meta, empresa responsável por controlar as mídias digitais.
Facebook e Instagram começam a remover pedidos de intervenção
Segundo a Meta, um monitoramento das mídias sociais do Facebook e Instagram tem sido realizado em prol da remoção dos pedidos golpistas.
De acordo com a marca, um monitoramento das postagens em relação à situação política do Brasil está sendo feito. Através dessa ação, a remoção de post de teor golpista, como são os pedidos de intervenção militar no país, é feita.
Em um comunicado oficial, segundo o Jornal A Tarde, um porta-voz da Meta disse que a companhia está de olho nos desdobramentos políticos que estão acontecendo no país após a vitória do petista Luiz Inácio Lula da Silva.
“Temos acompanhado com atenção os acontecimentos no Brasil e as conversas sobre esses eventos nas nossas plataformas, e começamos a remover pedidos para uma intervenção militar no Brasil no Facebook e Instagram”.
Desde a derrota do futuro ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), no dia 30 de outubro, bolsonaristas estão bloqueando rodovias por todo o país.
As ações, que são realizadas em forma de protesto a derrota nas urnas do candidato do PL, são acompanhadas de pedidos de intervenção federal e já geram uma série de problemas na sociedade brasileira.
Entre as dificuldades desencadeadas pelos atos golpistas estão postos de combustíveis fechados e sem estoque, situação atual Ji-Paraná, em Rondônia, e cancelamento de eventos culturais, como shows.
Fora os efeitos negativos em diversos setores da sociedade e imposição por intervenção federal, os grupos apoiadores de Bolsonaro também pedem o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF).
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Diante desse cenário, o STF organiza ações para derrubar os grupos bolsonaristas nas mídias sociais, a exemplo do Telegram.
Na última quinta-feira (3), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, reiterou que o resultado da urna é democrático e incontestável. Nesse contexto, os criminosos que atacam o sistema eleitoral serão responsabilizados. Confira o vídeo abaixo.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
