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Famosa loja de móveis anuncia novos fechamentos

Em menos de um mês, a famosa loja de móveis já anunciou o fechamento de cinco lojas devido a seu processo de reestruturação. Confira!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Interior de uma loja de móveis com variados sofás com duas pessoas circulando e olhando os produtos

Com uma dívida estimada em R$ 600 milhões, a Tok&Stok contratou a consultoria Alvarez & Marsal para uma reestruturação interna. Diante disso, no começo de abril, a famosa rede de móveis encerrou as atividades de duas unidades em Fortaleza (CE). Mais recentemente, a varejista encerrou as atividades de suas lojas em Recife (PE) e fez uma liquidação de estoque, vendendo peças pela metade do preço.

Com o fechamento das lojas da Tok&Stok no Nordeste, a empresa lembra o processo de encerramento das atividades da concorrente Etna, que teve início com o fechamento das lojas na região. Na ocasião, a Etna justificou seu fechamento devido à forte concorrência das vendas on-line.

Reestruturação financeira da Tok&Stok

Não é só a Tok&Stok que vem enfrentando dificuldades financeiras, mas sim, o setor de móveis como um todo. Em 2022, após 17 anos de mercado e tentativas de encontrar um novo dono, a Etna encerrou suas atividades por não conseguir pagar suas dívidas.

A Tok&Stok não descartou a possibilidade de um pedido de recuperação judicial, caso sua reestruturação financeira não dê certo. O intuito principal da contratação da consultoria para a reestruturação da empresa é melhorar suas margens e voltar a gerar caixa.

Além disso, a empresa pretende renegociar suas dívidas com quatro bancos. Por mais que a companhia tenha conseguido manter a receita no ano passado, fechando acima de R$ 1 bilhão, enfrenta dificuldades em gerar caixa.

Tok&Stok é despejada

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Fundada em 1978, a Tok&Stok tem sido impactada pela piora no mercado de capitais e pela crise entre empresas do setor. Com isso, recentemente, a empresa foi despejada de um galpão em Extrema, Minas Gerais, após não pagar aluguéis e ficar devendo cerca de R$ 21 milhões para o fundo imobiliário Vinci Logística, que acionou a Justiça para que fosse realizado o despejo.

Imagem: KELENY / Shutterstock

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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