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Febraban cria grupo de apoio ao Real Digital com 15 grandes bancos

Entenda qual será o papel das instituições financeiras, junto ao Febraban, para o desenvolvimento do Real Digital!

Januária VargasPor Januária Vargas2 min de leitura
Notas de R$ 50 e R$ 100 e, sobre a imagem, a logomarca da Febraban IOF

No intuito de ajudar o Banco Central a cumprir a promessa de lançar o Real Digital, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciou, na última terça-feira, 14, que criou um grupo de apoio ao desenvolvimento da criptomoeda brasileira.  Dessa forma, a federação firmou parceria com 15 bancos que participarão dos testes do Real Digital. 

Vale ressaltar que essa não é a primeira vez que a Febraban contribui com a nova moeda, uma vez que o grupo, há algum tempo, já vem participando das discussões. Assim, a Febraban acredita que poderá colaborar com a implementação da nova moeda que promete revolucionar as transações financeiras no país.

Mais bancos para parceria 

Ao todo, a Febraban acredita que possa agrupar cerca de 100 instituições para contribuir com o aprimoramento do Real Digital. Mas, até o momento, 15 bancos foram indicados. 

Além disso, o diretor-executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban, Leandro Vilain, relatou que a primeira circulação do Real Digital será feita entre empresas, tendo pouca aplicabilidade entre pessoas físicas.

“Em um primeiro momento, o real digital provavelmente terá mais aplicabilidade para a pessoa jurídica. Não será utilizado em larga escala por pessoas físicas. O mercado ainda vai se desenvolver”, declarou Vilain em nota à imprensa. 

Plataforma blockchain 

Diante disso, o diretor alega que a intenção é tokentizar os depósitos e, posteriormente, disponibilizar outros produtos e serviços financeiros. 

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Ademais, de acordo com Vilain, o Real Digital será fundamentado em uma plataforma blockchain e, assim, as transações poderão ser feitas com mais segurança e eficiência. 

O diretor ainda completa dizendo que esse tipo de tecnologia é voltada para “transações mais complexas que chamamos tecnicamente de DvP, que só se concretizam mediante a entrega de um serviço”. Contudo, para as operações bancárias simples, Vilain afirma que o Pix já atende essa demanda. 

Imagem: rafastockbr/ shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Januária Vargas

Autor

Januária Vargas

Jornalista, graduada pelo Centro Universitário UNA, com 10 anos de experiência em produção de textos e assessoria de comunicação. Atualmente, estuda Nutrição & Saúde Integrativa e trabalha como redatora do portal Seu Crédito Digital.

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