A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) expressou novamente sua oposição às recentes reduções no teto de juros do crédito consignado. Em suma, esse tipo de empréstimo é direcionado aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Febraban emite nota criticando redução do teto de juros do consignado; entenda
Febraban expressa novamente sua oposição às recentes reduções no teto de juros do consignado. Confira o que diz a federação de bancos!
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Em declaração divulgada na quinta-feira (11), a Febraban criticou a nova diminuição do limite para empréstimos com desconto na folha de pagamento, reduzido de 1,8% para 1,76% ao mês. Essa decisão também afetou os juros máximos para operações de cartão de crédito e consignado dos benefícios, com uma queda de 2,67% para 2,61%.
Novo teto de juros do consignado passa a valer oito dias úteis após publicação

Aprovados pelo Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), os novos valores passarão a valer oito dias úteis após sua publicação no Diário Oficial da União. Depois desse período, então, bancos e instituições financeiras não poderão oferecer empréstimos e cartões consignados com taxas superiores às mencionadas.
“A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) entende que fixar o teto de juros em um patamar economicamente inviável, como tem ocorrido, acarreta prejuízos aos beneficiários do INSS que apresentam maior risco, caso dos aposentados com idade elevada e de mais baixa renda”, diz em nota.
Redução é prejudicial para beneficiários do INSS, de acordo com Febraban
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Conforme a federação de bancos, o crédito consignado vem sendo usado pelos beneficiários do INSS para pagar dívidas atrasadas, despesas médicas e comprar alimentos, por exemplo. Nesse sentido, com a redução da oferta, os clientes estão se voltando para linhas de crédito mais caras, afirma a entidade.
“A Febraban continuará buscando demonstrar que, na prática, as reduções do teto de juros, da forma como vêm ocorrendo, estão tendo um efeito prejudicial para o segmento mais vulnerável desse público do INSS, que precisa de crédito em condições mais acessíveis”, conclui a nota.
Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com
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