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FMI revisa PIB do Brasil para cima; confira

O FMI revisou para cima a expectativa de crescimento do PIB do Brasil para 2,5% em 2025, citando a reforma tributária e o crescimento verde

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Fachada do Fundo Monetário Internacional (FMI). FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima a expectativa de crescimento da economia brasileira em 2025. A nova previsão é de 2,5%, ante os 2% previstos anteriormente. A melhora nas perspectivas se deve a diversos fatores, incluindo o avanço da reforma tributária, o crescimento da produção de petróleo e derivados e a solidez do sistema financeiro brasileiro.

Assim, o relatório expõe em detalhes como a reforma do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) pode ser um vetor de melhorias substanciais para a economia do Brasil. Dessa forma, prevê-se que a reforma impulsione a produtividade em diversos setores, além de contribuir para a criação de empregos formais e promover uma distribuição tributária mais justa entre os cidadãos e empresas.

Sustentabilidade e transformação ecológica

Além disso, o relatório enfatiza ainda a importância de manter e assegurar uma estrutura fiscal fortalecida com uma sólida âncora fiscal de médio prazo, essencial para reforçar a sustentabilidade e credibilidade do Brasil no cenário econômico global. 

Adicionalmente, menciona-se a relevância do investimento em tecnologias e práticas amigáveis ao meio ambiente como parte do Plano de Transformação Ecológica, que poderia servir não apenas para impulsionar a economia, mas também para solidificar a posição do país como um líder em inovação e sustentabilidade.

Fachada do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Imagem: Kristi Blokhin / shutterstock.com

Desafios e preocupações

No texto, o FMI esclarece que, apesar dos avanços esperados, há uma série de preocupações que poderiam desestabilizar as projeções otimistas. Aspectos como a volatilidade dos preços das commodities, instabilidades financeiras globais e uma possibilidade de “descalibração da política monetária” em grandes economias são destacados como principais riscos.

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Esses fatores podem influenciar negativamente a economia brasileira, elevando os custos de crédito e impactando negativamente as finanças públicas. Enfim, o Ministério da Fazenda expressou satisfação com as revisões e destacou os múltiplos desdobramentos positivos esperados com as medidas já implementadas e as que estão por vir.

Imagem: Kristi Blokhin / shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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