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Fraude na Caixa: PF prende gringo em esquema do Auxílio Emergencial

A Polícia Federal prendeu um estrangeiro acusado de fraudar a Caixa Econômica Federal em esquema do Auxílio Emergencial. Saiba mais!

Paula PifferPor Paula Piffer2 min de leitura
imagem de aplicativo da Caixa Econômica Federal no celular

Na noite do dia 23 de fevereiro de 2023, a Polícia Federal (PF) prendeu um angolano que tentava fugir do Brasil acusado de fraudar a Caixa.

O estrangeiro estava em Assis Brasil, no Acre, lugar onde se situa a tríplice fronteira entre Brasil, Peru e Bolívia. O homem de 44 anos portava mais de US$ 2 mil em dinheiro vivo e documentos falsos. Alvo de uma investigação que durou de abril de 2020 a novembro de 2022, o homem não operava sozinho.

Dessa forma, a PF investigou uma organização criminosa acusada de fraudar a Caixa Econômica Federal (CEF) em R$1,5 milhão. Ademais, os criminosos realizavam saques e transferências irregulares.

Além disso, também são investigados por fraudar centenas de favorecidos do Auxílio Emergencial, benefício concedido pelo Governo Federal e entregue pela Caixa durante a pandemia da Covid-19.

O estrangeiro foi encaminhado para a Delegacia Federal de Epitaciolândia (AC) e posteriormente irá para o sistema prisional do Rio de Janeiro.

Fraude na Caixa: outros golpes no Auxílio Emergencial

Essa não foi a única investigação conduzida pela Polícia Federal que acabou em prisão em decorrência de fraudes no beneficio do Auxílio Emergencial.

Em agosto de 2022, a PF cumpriu mandatos de busca e apreensão em São Luís, capital maranhense, devido a um grupo criminoso acusado de fraudar o benefício.

Dessa forma, segundo a Polícia Federal: “[neste] caso foi possível verificar que o grupo criminoso falsificou pelo menos 84 benefícios do auxílio emergencial, por meio de 118 transações num valor global de mais de R$ 50 mil, somente no período de 10 dias”.

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A operação, batizada de ‘Maquineta’, pode levar os acusados a 26 anos de prisão. Essa organização criminosa foi acusada de lavagem de dinheiro, furto qualificado mediante fraude e organização criminosa.

Entretanto, nesse caso, o grupo desviou dinheiro por meio de máquinas de cartão. Além disso, também mantinham um estabelecimento comercial fictício para desviar os recursos fornecidos pela Caixa.

Imagem: rafapress / Shutterstock.com

Paula Piffer

Autor

Paula Piffer

Formada em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, atualmente é pós-graduanda em Negócios Digitais pela USP.

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