Na última quarta-feira (19), a Meta, controladora do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mais uma rodada de demissões. Desta vez, os trabalhadores mais afetados foram os das áreas de tecnologia e engenharia. Trata-se do terceiro corte da companhia nos últimos meses.
Gigante da tecnologia anuncia outra rodada de demissões
Mais funcionários acabaram de ser desligados de grande empresa mundial com a justificativa de redução de custos. Veja!
A medida foi adotada com o intuito de reduzir os custos da bigtech e tornar a empresa ainda mais eficiente. A ação faz parte dos planos do presidente-executivo, Mark Zuckerberg. De acordo com informações divulgadas, serão promovidas três etapas de desligamento durante vários meses.
Em 2022, a Meta chegou a afirmar que demitiria cerca de 13% de sua força de trabalho, o que corresponde a mais de 10 mil colaboradores. Além disso, como parte do plano de reestruturação, a companhia planejava cortar o desenvolvimento de alguns projetos.
O que está por trás das demissões da Meta?
No último trimestre do ano passado, a Meta registrou uma queda de 4% nas receitas em comparação a 2021. Diante desse cenário, Zuckerberg citou as taxas de juros norte-americanas elevadas e a maior regulamentação como fatores que explicam os resultados negativos.
Vale ressaltar que a empresa tem um modelo de negócio baseado em receitas com publicidades. Acontece que muitas companhias passaram a reduzir os gastos com as propagandas e os usuários passaram a ter menores possibilidades de consumo.
Isso faz com que a bigtech, assim como outras gigantes do setor, busquem maneiras de reestruturação para que os custos possam ser reduzidos. Nesse sentido, os trabalhadores acabam sendo afetados.
Meta
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A “Meta” é uma empresa multinacional americana de tecnologia da informação, fundada em 2004 por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin, Andrew McCollum e Chris Hughes. Trata-se de uma das mais valiosas do mundo, com um valor de mercado expressivo.
Inicialmente criada como uma rede social para conectar pessoas, a companhia se expandiu para outras áreas e atualmente é proprietária de várias marcas, incluindo o Facebook, Instagram, WhatsApp e outros.
Imagem: Gorodenkoff / shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital
