Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Golpe do Pix: vítima conseguiu recuperar R$ 34.000 perdidos depois de 2 anos

Após decisão da Justiça, cliente recebeu o valor perdido, que foi adicionado de indenização por danos morais.

Avatar de Guilherme Tabosa Guilherme Tabosa · · 2 min de leitura
Mãos segurando um celular com a tela ligada na logo do PIX

Uma professora, moradora de Vila Velha, no Espírito Santo, conseguiu recuperar a quantia perdida no golpe do Pix. Na ocasião, ela teve um prejuízo de R$ 30 mil. Após dois anos da tramitação do processo judicial, ela recebeu o valor de volta, com adicionais.

A decisão entendeu que o banco da professora falhou no momento de resolver a situação. Somando todas as quantias, ela obteve R$ 39.009,09. Destes, R$ 33.436,36 foram referentes ao dano material, e R$ 5.572,73 por danos morais. Após realizar o pagamento do advogado, a professora ficou com R$ 34 mil.

Entenda o caso do golpe do Pix

O crime aconteceu em 2021. A profissional de ensino relatou que recebeu uma ligação do seu banco, questionando sobre uma compra que ela supostamente teria realizado no município de Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

A cliente negou ter feito tal operação e tentou entrar em contato com o gerente de sua agência, que não atendeu. Ela também tentou outro número da instituição financeira, mas sem sucesso.

No mesmo dia, ao verificar sua conta, a professora notou que um Pix no valor de R$ 15 mil havia sido enviado. Desconfianda, pois não tinha cadastrado a chave informada, ela tentou ligar para o número que a havia contatado inicialmente, mas novamente foi ignorada. Surpreendentemente, apenas dois minutos após a primeira ligação, constatou-se uma nova transferência de R$ 15 mil.

Banco negou resolução

Ao recorrer à sua instituição financeira, a professora recebeu o aviso de que teria que arcar com todas as responsabilidades da situação. O advogado do caso, Tuffy Nader, relatou que, com esse aviso, o banco assumiu a culpa do ocorrido, pois informou que a chave Pix fica instalada no celular e que a transação só seria realizada se a cliente autorizasse, o que não aconteceu.

Diante disso, a Justiça entendeu que houve falta de zelo por parte da instituição e que ela teria que devolver parte do valor perdido pela professora.

Imagem: rafapress / shutterstock.com

Compartilhar
Seu Crédito Digital

Descubra tudo que você tem direito

Benefícios, crédito e dinheiro esquecido: veja as ofertas e ferramentas que separamos para o seu perfil.