O número de golpes com uso do Pix tem aumentado de forma expressiva nos últimos anos. Desde o lançamento da ferramenta pelo Banco Central, o sistema de transferência instantânea se tornou um dos principais meios de pagamentos usados pelos brasileiros. Diante da facilidade oferecida, os criminosos se aproveitam para enganar as pessoas.
Para se ter ideia, em 2022, foram registradas quase 30 bilhões de transações no país. De acordo com o levantamento feito pela ACI WorldWide, o Brasil é o 2º país com o maior número de movimentações em tempo real do mundo.
Nesse sentido, diferentes formas de golpes passaram a ser aplicados com base na utilização da ferramenta. Isso acontece por meio de vírus instalados no celular sem que o usuário perceba ou por meio da engenharia social, quando o golpista influencia a vítima a realizar determinadas ações.
Golpes com Pix: quais são os mais comuns?
Os golpes mais comuns que são efetuados com base no Pix são os seguintes:
- Boletos falsos com QR Codes maliciosos;
- Hackeamento de celulares;
- Golpes de convencimento para efetuar pagamentos;
- Uso de dados pessoais para pedir dinheiro.
Segundo pesquisa feita pela AllowMe, pelo menos 20% das contas bancárias abertas no Brasil são suspeitas de fraudes.
Como evitar golpes com Pix?
Com os números em ascensão, existem algumas formas de evitar golpes relacionados ao Pix, como apontam analistas. Veja algumas delas.
- Antes de qualquer transação via Pix, confira se todos os dados são válidos;
- Suspeite de ligações que pedem transferências via Pix, instituições financeiras não fazem isso;
- Tenha um antivírus instalado;
- Não clique em links desconhecidos.
Em casos de golpes, é sempre recomendado que a vítima faça um boletim de ocorrência e entre em contato com o banco responsável pela conta que foi usada para a fraude. Ao ser notificado, a instituição financeira pode conseguir bloquear a transação.
Imagem: FOTOKITA / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
