Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social, pasta responsável pela gerência do Bolsa Família, afirmou que pretende zerar a fila de espera do programa ainda neste ano. A entrevista foi concedida ao portal Metrópoles. Atualmente, mais de 21 milhões de famílias são atendidas pelo benefício social.
O chefe da pasta ainda ressalta que o número de pessoas atingidas ultrapassa a casa de 50 milhões. O novo desenho do Bolsa Família considera a composição familiar para que as quantias necessárias sejam destinadas para custear despesas básicas.
Segundo Dias, a gestão já chegou a zerar a fila de espera do programa uma vez neste ano. Agora, o objetivo é fazer o mesmo. O ministro disse que o presidente Lula (PT) pede que isso seja feito até o final de 2023.
Regularização do Bolsa Família
Desde o início do ano, o governo tem realizado uma análise no Cadastro Único com o intuito de impedir irregularidades e adicionar as famílias que realmente se enquadram nos critérios determinados pelo programa.
Nesse sentido, milhões tiveram o Bolsa Família cancelado ou suspenso. De acordo com o ministro, é preciso atualizar o cadastro para que a distribuição possa ser eficiente e assim zerar a fila de pessoas em aguardo.
Novo Bolsa Família
O novo Bolsa Família oferece a ampliação do valor do benefício por meio de adicionais de R$ 150 e R$ 50, além de garantir R$ 142 per capita às famílias. Dessa forma, a quantia do auxílio pode ser bem maior a depender da composição familiar.
Agora em junho, gestantes, lactantes, crianças e jovens com idades entre sete e 18 anos passam a receber o valor extra de R$ 50. As crianças menores de seis anos de idade continuam com o adicional de R$ 150. É importante destacar que os adicionais são cumulativos. Ou seja, o recebimento de um não impede o recebimento de outro. Por isso, o valor total do benefício pode ser bem maior em determinados casos.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
