Em nova atualização do colapso vivido pelo banco Credit Suisse, o governo suíço considerou a falência da instituição bancária. O órgão regulador do setor no país teria confirmado a situação antes mesmo da aprovação da aquisição do grupo pelo UBS.
Governo decreta falência de famoso banco
A autoridade reguladora do setor bancário considera falência de famoso banco. Dono da instituição afirma sentir muito. Confira!
A medida de considerar a falência de maneira prévia foi uma estratégia do governo para diminuir o risco de contágio de colapso no setor. O famoso banco agora será integrado ao UBS ao longo dos próximos anos.
Governo decreta falência de banco e faz mediação de acordo para conter danos
Diante do colapso vivido pelo Credit Suisse, a segunda maior instituição financeira da Suíça, o governo do país entrou como mediador da aquisição emergencial do rival UBS, por cerca de US$ 3,2 bilhões.
Em 25 de março, a ministra de Finanças da Suíça, Karin Keller-Sutter, chegou a afirmar que o banco colapsado não sobreviveria mais um dia em meio à crise de confiança dos investidores.
O acordo ocorrido com urgência e com a ajuda do governo tentou colocar um fim na falta de confiança vivida pelo Credit Suisse e que já teria começado a afetar o mercado financeiro internacional.
Diante da aquisição do UBS, o presidente do conselho, Colm Kelleher, explicou que a integração do banco em falência ao banco que o compra deve acontecer ao longo de três ou quatro anos.
Kelleher destacou que apesar dos esforços do governo de limitar o contágio ainda há um “enorme risco na integração desses negócios”.
Presidente da instituição se desculpa
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Em recente declaração dada sobre a falência do Credit Suisse, o presidente da instituição financeira, Alex Lehmann, pediu desculpas por não conseguir conter a perda de confiança no banco. Até o início da semana, Lehmann acreditava ser possível reverter a situação.
“Até o fim, lutamos muito para encontrar uma solução. Mas, no final das contas, havia apenas duas opções: acordo ou falência. A fusão tinha que acontecer”, disse o presidente. Diante da falência do Credit Suisse, o banco colapsado precisou aceitar o acordo emergencial de fusão ao UBS.
Imagem: Zolnierek / Shutterstock.com
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