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Governo decreta falência de famoso banco

A autoridade reguladora do setor bancário considera falência de famoso banco. Dono da instituição afirma sentir muito. Confira!

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Imagem de martelo da Justiça sob superfície

Em nova atualização do colapso vivido pelo banco Credit Suisse, o governo suíço considerou a falência da instituição bancária. O órgão regulador do setor no país teria confirmado a situação antes mesmo da aprovação da aquisição do grupo pelo UBS.

A medida de considerar a falência de maneira prévia foi uma estratégia do governo para diminuir o risco de contágio de colapso no setor. O famoso banco agora será integrado ao UBS ao longo dos próximos anos.

Governo decreta falência de banco e faz mediação de acordo para conter danos

Diante do colapso vivido pelo Credit Suisse, a segunda maior instituição financeira da Suíça, o governo do país entrou como mediador da aquisição emergencial do rival UBS, por cerca de US$ 3,2 bilhões. 

Em 25 de março, a ministra de Finanças da Suíça, Karin Keller-Sutter, chegou a afirmar que o banco colapsado não sobreviveria mais um dia em meio à crise de confiança dos investidores.

O acordo ocorrido com urgência e com a ajuda do governo tentou colocar um fim na falta de confiança vivida pelo Credit Suisse e que já teria começado a afetar o mercado financeiro internacional.

Diante da aquisição do UBS, o presidente do conselho, Colm Kelleher, explicou que a integração do banco em falência ao banco que o compra deve acontecer ao longo de três ou quatro anos.

Kelleher destacou que apesar dos esforços do governo de limitar o contágio ainda há um “enorme risco na integração desses negócios”.

Presidente da instituição se desculpa

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Em recente declaração dada sobre a falência do Credit Suisse, o presidente da instituição financeira, Alex Lehmann, pediu desculpas por não conseguir conter a perda de confiança no banco. Até o início da semana, Lehmann acreditava ser possível reverter a situação.

“Até o fim, lutamos muito para encontrar uma solução. Mas, no final das contas, havia apenas duas opções: acordo ou falência. A fusão tinha que acontecer”, disse o presidente. Diante da falência do Credit Suisse, o banco colapsado precisou aceitar o acordo emergencial de fusão ao UBS.

Imagem: Zolnierek / Shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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