Uma das primeiras medidas adotadas pelo governo Lula foi a prorrogação da desoneração sobre os combustíveis até o final de fevereiro. Durante o último ano, a incidência do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os itens foi reduzida com o intuito de diminuir os preços para o consumidor final nas bombas.
Governo pretende diminuir o preço dos combustíveis?
Desoneração sobre os combustíveis foi prorrogada mas deve acabar em breve. Entenda o que isso pode significar!
Contudo, recentemente, a nova gestão já apresentou sinais de que a limitação do imposto deve chegar ao fim. Isso quer dizer que o preço da gasolina e etanol podem ficar mais caros nos próximos meses.
Além disso, no último mês, a Petrobras anunciou um reajuste para cima de 7,47% no valor da gasolina para as refinarias. Somado a isso, alguns estados já começaram a subir a alíquota do ICMS.
Retorno do ICMS sobre os combustíveis
Ao todo, 12 estados aprovaram o reajuste para cima do ICMS incidente sobre a gasolina. O principal argumento foi de que a redução na alíquota do ano passado gerou uma perda de cerca de R$ 38 bilhões na arrecadação.
Vale lembrar que o imposto em questão é estadual. Ou seja, os tributos recolhidos são usados pelas unidades federativas para aplicar em outras áreas como saúde e educação.
Com a nova alteração já aprovada, os valores passam a valer entre o dia 8 de março e 1º de abril deste ano, a depender do estado.
Diante dessa realidade, é possível que os consumidores sintam um aumento nos preços das bombas.
Preço da gasolina e etanol
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Conforme aponta o levantamento mais recente realizado pela Ticket Log, ao considerar o período entre 1º de janeiro a 27 de janeiro, o preço da gasolina apresentou uma alta de 0,97% nos postos espalhados pelo país em comparação com o mês anterior.
Na mesma linha, o etanol também registrou aumento nos preços. Em relação a dezembro de 2022, o avanço foi de 1,56%.
Imagem: Impact Photography/shutterstock.com
