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Grande empresa faz apelo surpreendente aos funcionários; veja

A grande empresa, que demitiu 26% de seus funcionários, pediu que os trabalhadores voltassem ao escritório. Entenda a situação

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
35 mil funcionários - Educação de Funcionários

Na última sexta-feira (28), a Lyft afirmou que, antes de seu novo presidente-executivo, David Risher, decidir cortar 26% da força de trabalho da empresa, pediu que seus funcionários voltassem ao escritório. Por meio de um comunicado, a empresa informou que a decisão faz parte de um plano para um modelo flexível com trabalho mais regular no escritório.

Na quinta-feira (27), a Lyft anunciou que demitiria 1.072 funcionários, eliminando três camadas de gerenciamento. Além disso, também faz parte dos planos de reestruturação da empresa a divisão de seus negócios de compartilhamento de viagens, que será feita em três equipes principais.

Crise na Lyft

De acordo com relatos, em 2022, devido ao alto número de funcionários trabalhando em casa, a Lyft sublocou partes de seus escritórios em Nova Iorque, São Francisco, Seattle e Nashville. Em março, com o intuito de enfrentar desafios como a desaceleração da economia e a forte concorrência de sua maior rival, a Uber, a Lyft contratou como presidente-executivo, Risher, que já atuou na Amazon e na Microsoft.

Desde que as ações da Lyft se tornaram públicas em 2019, tiveram queda de quase 90%. Um dos principais motivos de seu insucesso, é que diferentemente de sua maior concorrente, a Uber, que diversificou seus negócios, com entregas, a empresa continuou apenas como um aplicativo de viagens. 

Assim, como na pandemia quase ninguém saia de casa, seus negócios apresentaram uma grande queda. Dessa forma, a companhia tem apostado em seu novo CEO, que já tem uma vasta experiência na Amazon e promete trazer inovações à companhia que precisa se reinventar, se quiser se manter no mercado.

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O dinheiro que será economizado com os cortes de funcionários será destinado pela empresa para “melhorias no nível de serviço” para passageiros e motoristas. No dia 4 de maio, a Lyft dará mais informações sobre as demissões e  apresentará seus resultados do primeiro trimestre deste ano, que já acumulou queda de 8,6%, em contrapartida a Uber já obteve valorização de 20% somente neste ano.

Imagem MT-R / shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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