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Grande empresa varejista anuncia fechamento de loja

O fechamento da unidade acontecerá no dia 22 de fevereiro. Até lá, acontece uma liquidação com descontos de cerca de 30% em todos os produtos.

Avatar de Djamilla Ribeiro Martins Djamilla Ribeiro Martins · · 2 min de leitura
Pessoa agachada trancando a porta fechada de uma loja

Embora esteja circulando na internet a notícia que a Polishop, empresa brasileira que atua no setor de varejo, está fechando suas lojas no Brasil e, consequentemente, demitindo muitas pessoas, a história não é bem assim. Na verdade, a varejista fechou apenas uma loja neste começo de ano.

A unidade em questão está localizada no Porto Velho Shopping em Rondônia. Assim, não há um comunicado oficial da empresa acerca do fechamento de todas as suas lojas no Brasil.

Encerramento de atividade

Dessa forma, o que houve foi o anúncio do encerramento de uma loja da Polishop em um shopping, e não da rede toda. Segundo o anúncio da companhia, o fechamento da unidade se dará a partir do dia 22 de fevereiro no Porto Velho Shopping.

Com isso, a loja localizada em Rondônia deu início a uma liquidação com descontos de cerca de 30% em todos os seus produtos, sendo que o motivo do encerramento de suas atividades é uma reestruturação interna que a Polishop está realizando. Então, ao longo do ano, outras unidades podem ser fechadas, de acordo com a análise da empresa.

Polishop

A Polishop, empresa varejista, foi fundada entre 1999/2000 por João Appolinário. Assim, a companhia ficou conhecida nacionalmente por oferecer produtos inovadores e diferentes por meio de comerciais na TV. Dessa forma, sua rede de divulgação e comercialização de produtos conta com diversos canais, como:

  • Catálogos;
  • Internet;
  • Televendas.

Além disso, possui também 250 lojas físicas espalhadas pelo Brasil e um canal próprio de televisão com três estúdios de TVHD, que produzem 140 horas de programação por dia. 

Fake news

Desde 12 de janeiro, circulam boatos de demissões nas redes sociais com informações falsas e números exagerados acerca de cortes de funcionários de empresas privadas após a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As mensagens têm sido compartilhadas nas redes sociais, como Twitter, Facebook, Telegram, LinkedIn e Kwai. 

Imagem: Jorge Aguado Martin/shutterstock.com

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