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Grandes bancos se reúnem para evitar nova falência

Grandes bancos se reúnem para evitar nova falência e fortalecer o sistema financeiro. Entenda o que será feito.

Beatriz CapiraziPor Beatriz Capirazi2 min de leitura
Executivo olhando tela do computador com expressão de preocupação

As maiores instituições bancárias dos Estados Unidos se uniram em meio a uma das maiores crises bancárias do país, visando evitar que uma nova falência aconteça no setor. 

A intenção destas grandes instituições, que incluem a J.P. Morgan, é resgatar o First Republic Bank. Para dar mais confiabilidade ao setor e mantê-lo seguro, os bancos podem adicionar uma injeção de capital para ajudar a instituição citada anteriormente.

Grandes bancos farão aporte

Segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (16), um grupo formado por diversos conglomerados financeiros tem a intenção de depositar US$ 30 bilhões não só para fortalecer o First Republic Bank, mas também para demonstrar confiança no setor.

Abaixo, confira os bancos que participarão e quanto cada um dará:

  • Bank of America — darão US$ 5 bilhões;
  • Wells Fargo — darão US$ 5 bilhões;
  • Citigroup — darão US$ 5 bilhões;
  • JPMorgan Chase — darão US$ 5 bilhões;
  • Goldman Sachs — darão US$ 2,5 bilhões;
  • Morgan Stanley darão US$ 2,5 bilhões.

Para a imprensa americana, os bancos destacaram que confiam no seu sistema e que o aporte é o reflexo de que não só os bancos grandes, mas também os de médio e pequeno porte, são considerados essenciais.

Segundo informações divulgadas pelo canal de notícias CNBC (Consumer News and Business Channel), outros bancos menores também devem fazer aportes menores, cerca de US$ 1 bilhão cada. 

Aporte reflete na valorização do First

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Logo após os grandes bancos terem demonstrado apoio ao setor após a falência provocada pelo First Republic Bank, as ações da instituição se valorizaram e registraram alta de 6,50% na tarde desta quinta-feira (16), cotada pelo valor de US$ 33,19.

Segundo informações divulgadas pela Bloomberg, a instituição tinha a terceira maior taxa de depósitos entre os bancos não segurados. Desta forma, a instituição bancária passou a avaliar as suas opções para se estabilizar e se esforçar para manter-se estável.

Imagem: GaudiLab / Shutterstock – Edição: SeuCréditoDigital

Beatriz Capirazi

Autor

Beatriz Capirazi

Jornalista especializada em Jornalismo Econômico pela Fundação Getúlio Vargas/Estadão com interesse em Economia, Política e Direitos Humanos. Autora do livro “Vidas Sucateadas — um olhar sobre a devolução de crianças adotadas”.

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