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Greve em aeroportos afeta 300 mil passageiros

A paralisação nos aeroportos já afetou cerca de 300 mil passageiros de mais de 2.300 voos que foram cancelados.

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Avião no aeroporto

A greve em aeroportos da Alemanha, realizada nesta sexta-feira (17), afetou cerca de 300 mil passageiros de mais de 2.300 voos cancelados devido à paralisação. A ação dos trabalhadores, com duração de 24 horas, ocorre em sete aeroportos do país, entre eles, o maior e mais movimentado da Alemanha, de Frankfurt.

Além disso, também estão parados os aeroportos de Munique, Dortmund, Bremen, Hanover, Stuttgart e Hamburgo. As informações são da DW. A ação coordenada pelo sindicato alemão Verdi tem como objetivo reivindicar melhores condições de trabalho e salário dos funcionários. Além disso, o pedido é para que haja a correção com base na alta da inflação no país. A paralisação luta por um aumento salarial de 10,5%, cerca de 500 euros, aos 2,5 milhões de funcionários.

“Se nada acontecer agora com a compensação, todos enfrentaremos outro verão do caos – e devemos evitar isso urgentemente”, afirmou o  vice-presidente do sindicato Verdi, Christine Behle, em entrevista ao jornal alemão RBB.

Associação Alemã de Aeroportos estimou quantidade de passageiros afetados

Após o anúncio da paralisação feito pelo sindicato alemão Verdi, nesta quarta-feira (15), a Associação Alemã de Aeroportos (ADV, na sigla em alemão), estimou que a greve dos trabalhadores afetaria 295 mil passageiros dos aeroportos.

O executivo-chefe da ADV, Ralph Beisel, afirmou em comunicado que o prejuízo que os passageiros deverão enfrentar devido à paralisação “não é razoável”. Dessa forma, Beisel acrescentou que “soluções devem ser encontradas na mesa de negociações, e não nas costas dos passageiros”.

Greve não afeta ajuda humanitária à Turquia e Síria

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Embora cerca de 300 mil passageiros tenham sentido a paralisação, a ação dos trabalhadores não atrapalhou a ajuda humanitária do país à Turquia e Síria. De acordo com o sindicato, as entregas aos países atingidos pelo maior terremoto da história, continuarão ocorrendo.

Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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