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Haddad compra briga dos brasileiros e pode conseguir grande conquista

Na segunda-feira (17), Fernando Haddad, ministro da Fazenda, começou a negociar questão que pode afetar a vida de muitos brasileiros. Veja.

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
ministro da Fazenda Fernando Haddad sentado em uma mesa com uma garrafa de água e uma taça

Na segunda-feira (17), Fernando Haddad, ministro da Fazenda, teve um encontro com representantes da Febraban e CEOs de bancos. O encontro entre eles foi para discutir o direcionamento de um problema que vem afetando muito os brasileiros.

A pauta discutida é sobre uma solução para as taxas de juros cobradas sobre o rotativo do cartão de crédito dos brasileiros. Esse é um dos grandes motivos para o endividamento crescente da população brasileira de baixa renda.

Com as taxas apresentadas hoje para a modalidade pelos bancos, o brasileiro tem uma tarifa anual de 417,4% ao ano sobre o rotativo do cartão de crédito. Assim, o ministro indicou a apresentação de um estudo com o envolvimento do Banco Central nas discussões.

Primeira de 14 novas medidas para destravar o crédito

Segundo divulgado por Haddad, essa mudança é a primeira em uma lista de 14 itens que estão sendo trabalhados para destravar o crédito bancário no país. Nesse sentido, as outras devem ter sua revelação no decorrer dos próximos dias.

Como primeiro passo nesse projeto, os bancos deverão entregar um cronograma de estudos ao governo e ao BC. Ele terá a utilidade de prover informações sobre a definição de juros tão altos.

No entanto, os interlocutores do sistema financeiro envolvidos na discussão revelaram que as taxas do cartão rotativo não são um assunto fácil de se lidar. Assim, o governo e as instituições financeiras ainda estão longe de um acordo sobre o assunto.

O que disse Haddad

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Como vem sendo divulgado pela imprensa, o político revelou essa como a primeira de várias mudanças para destravar o crédito bancário para os brasileiros. Dessa forma, a população sairá das dívidas e conseguirá tornar o crédito um aliado.

“O desenho (do rotativo do cartão rotativo) está prejudicando muito a população de baixa renda. Uma boa parte do pessoal que está no Serasa hoje é por conta do cartão de crédito. […] E as pessoas não conseguem sair do rotativo. É preciso encontrar um caminho negociado como fizemos com a redução do consignado dos aposentados”, disse Fernando Haddad aos jornalistas.

Imagem: Alf Ribeiro/ Shutterstock.com

Amanda Sampaio

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Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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