O Pix é um sistema de transferência instantânea que o Banco Central lançou em 2020. Tornou-se rapidamente uma das mais populares formas de pagamento entre os consumidores. Seu grande diferencial reside em sua praticidade e rapidez para o dia a dia.
Idosos têm medo de usar o Pix? Entenda
Os idosos têm medo de usar o Pix? Entenda a razão de pessoas mais velhas não estarem não aderindo ao sistema.
No entanto, nem todo mundo parece estar interessado em aderir a essa ferramenta. Dados levantados pelo Estadão mostram que apenas duas em cada dez pessoas acima dos 60 anos de idade usam o Pix. Os mais velhos ainda encaram o recurso com certa desconfiança.
Conforme publicação da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em setembro do ano passado, a falta de familiaridade e o medo de golpes são os fatores que mais afastam pessoas idosas dos meios digitais. Isso é um ponto importante, ainda mais considerando o número de fraudes envolvendo o Pix.
Golpes do Pix: idosos são o principal alvo?
Em 2021, a Febraban indicou que os idosos eram os principais alvos de golpes online variados. De acordo com os dados daquele ano, três entre 10 idosos já foram vítimas, pelo menos uma vez, de fraudes financeiras no ambiente digital.
No que diz respeito, especificamente, aos golpes do Pix, os idosos também parecem ser um foco dos bandidos. Nos últimos três anos, foram noticiados diferentes casos de idosos levados a fazer transferências para golpistas.
Os golpistas do Pix, aliás, costumam se aproveitar da falta de conhecimento técnico e até mesmo da ingenuidade dos internautas mais desavisados. Usando das mais diferentes técnicas de convencimento, eles armam esquemas elaborados para enganar os consumidores.
Medidas de segurança no uso do Pix
Entender como funcionam as fraudes bancárias é o primeiro passo para escapar dos golpes do Pix – e de praticamente qualquer outro. Antes de mais nada, contatos via WhatsApp, e-mail e SMS pedindo valores imediatos devem ser tomados com cautela.
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Isso porque os golpistas costuma usar de uma abordagem em tom alarmista na hora de exigir transferências. Muitas das vezes, eles se passam por pessoas conhecidas da vítima, que estariam diante de uma emergência e precisariam de dinheiro “na hora”.
A recomendação para casos assim é sempre fazer um telefonema para quem está fazendo o pedido. Isso vai permitir que você descubra se o contato é legítimo ou não, antes de enviar dinheiro para quem quer que seja.
Imagem: Fizkes / Shutterstock.com
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