O iFood, uma das maiores empresas de tecnologia e delivery da América Latina, anunciou a segunda edição do seu aporte de R$ 10 milhões em projetos sociais, reforçando o compromisso com impacto positivo e responsabilidade social. O investimento será direcionado a iniciativas voltadas à educação, empregabilidade e inclusão de grupos vulneráveis, com foco especial em comunidades periféricas e empreendedores sociais.
A iniciativa faz parte da frente iFood Futuro, que reúne ações estratégicas da empresa para promover mudanças estruturais na sociedade por meio da tecnologia, inovação e parcerias com o terceiro setor.
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O que é o iFood Futuro?
O iFood Futuro é o braço social da empresa, lançado com o objetivo de criar soluções sustentáveis e inclusivas para os desafios sociais do Brasil. Desde sua criação, o programa tem se consolidado como uma das principais estratégias da empresa para fomentar a educação de qualidade, promover inclusão digital, apoiar o desenvolvimento de pequenos empreendedores e gerar oportunidades de renda.
A primeira edição do aporte de R$ 10 milhões, realizada em 2022, apoiou mais de 40 iniciativas sociais em áreas como:
- Formação de jovens em tecnologia
- Projetos de educação alimentar
- Programas de capacitação para entregadores
- Apoio a organizações lideradas por pessoas negras, indígenas e LGBTQIA+
- Soluções de combate à fome e insegurança alimentar
Segunda edição amplia alcance e critérios de seleção
A segunda edição do aporte manterá o valor de R$ 10 milhões, mas terá critérios de seleção mais abrangentes e foco ainda maior em soluções escaláveis que possam ser replicadas em diferentes regiões do país. Segundo a empresa, o novo ciclo visa financiar iniciativas com capacidade comprovada de gerar transformação social duradoura.
As áreas prioritárias incluem:
- Educação e inclusão digital
- Empregabilidade de jovens e adultos
- Iniciativas de combate à fome
- Apoio a causas ambientais
- Fortalecimento de lideranças comunitárias
O processo seletivo está sendo conduzido em parceria com organizações especializadas, como a Din4mo, que fará a análise técnica dos projetos inscritos e o acompanhamento da execução dos recursos.
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Como funciona a seleção dos projetos sociais
O edital da segunda edição do aporte foi lançado em junho de 2025 e estará aberto até o final de julho. Os projetos interessados em participar devem:
- Atuar em pelo menos uma das áreas prioritárias
- Ter CNPJ ativo no Brasil
- Apresentar resultados mensuráveis das ações anteriores
- Comprovar impacto social real nas comunidades atendidas
- Demonstrar capacidade de escalar a solução com o apoio financeiro
A seleção ocorrerá em etapas, com entrevistas, análise documental, verificação de impacto e visita técnica, quando necessário. O anúncio dos projetos selecionados está previsto para setembro de 2025, com liberação dos recursos a partir de outubro.
Transparência e monitoramento
O iFood reforça que a transparência no uso dos recursos será uma das premissas da nova edição. Todas as organizações contempladas deverão apresentar relatórios de resultados, prestação de contas e participar de encontros de monitoramento.
A empresa disponibilizará um painel público de acompanhamento, onde será possível visualizar os projetos apoiados, localização, tipo de iniciativa, impacto estimado e valor investido.
Essa abordagem de transparência visa aumentar a confiança da sociedade civil e inspirar outras empresas a adotarem práticas semelhantes.
Foco em educação e empregabilidade
Um dos principais pilares da atuação social do iFood é o investimento em educação e qualificação profissional. Segundo a empresa, mais de 200 mil pessoas já foram impactadas por programas educacionais apoiados pelo iFood desde 2021.
Entre os projetos bem-sucedidos estão:
- Potência Tech: plataforma de formação gratuita em tecnologia, voltada para jovens de baixa renda
- Meu Diploma do Ensino Médio: iniciativa que incentiva entregadores a concluírem os estudos com bolsas de apoio e orientação pedagógica
- Programas de capacitação em delivery sustentável, logística urbana e direitos trabalhistas para entregadores parceiros
Com o novo aporte, a meta é ampliar o alcance dessas iniciativas, apoiar novos polos de educação comunitária e fortalecer parcerias com ONGs, universidades e startups sociais.
Impacto em comunidades periféricas
Outra frente estratégica do investimento são as ações voltadas a favelas, periferias e comunidades tradicionais. O iFood pretende financiar iniciativas que melhorem a qualidade de vida de moradores dessas regiões por meio de:
- Criação de espaços de coworking e aprendizagem digital
- Apoio a cozinhas comunitárias e agricultura urbana
- Incentivo à liderança de jovens e mulheres periféricas
- Fomento ao empreendedorismo de impacto
Segundo a diretora de impacto social do iFood, Luiza Trajano Nogueira, “a empresa quer ser agente ativa de transformação, investindo não apenas em negócios, mas na infraestrutura social dos territórios onde está presente”.
Parcerias com o terceiro setor e ESG
A atuação social do iFood está alinhada com os princípios de ESG (Environmental, Social and Governance) e reforça seu posicionamento como uma empresa que valoriza a sustentabilidade e a equidade social.
Para viabilizar os projetos, o iFood trabalha com redes de ONGs, institutos e fundações parceiras, como:
- Instituto Gerando Falcões
- Ação da Cidadania
- Fundação Lemann
- AfroSocial
- Rede Ubuntu
Essas alianças são fundamentais para garantir capilaridade, legitimidade e eficiência na aplicação dos recursos, já que as organizações locais têm maior conhecimento dos contextos sociais em que atuam.
Impacto esperado e metas para 2025

A expectativa do iFood é que a segunda edição do aporte de R$ 10 milhões impacte diretamente cerca de 500 mil pessoas em todo o Brasil. As metas estabelecidas incluem:
- Apoiar pelo menos 60 projetos em 20 estados
- Promover acesso à educação digital a 150 mil jovens
- Reduzir índices de evasão escolar em comunidades atendidas
- Aumentar a renda média de participantes dos programas em até 25%
- Garantir segurança alimentar para 100 mil famílias em situação de vulnerabilidade
O que dizem os especialistas
Especialistas em responsabilidade social e inovação avaliam positivamente a estratégia do iFood. Para Ana Paula Fabris, consultora em sustentabilidade corporativa, “o iFood mostra que empresas de tecnologia também podem liderar movimentos de transformação social profunda, com base em dados, parcerias e escuta ativa”.
Já Marcos Tavares, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, destaca a importância da continuidade e avaliação de impacto: “O diferencial não está apenas no valor investido, mas na qualidade da execução e mensuração dos resultados. Essa visão é essencial para o setor social evoluir”.
Como acompanhar e participar
Interessados em acompanhar o processo seletivo ou obter mais informações sobre os projetos apoiados podem acessar a página oficial da iniciativa dentro do site do iFood Futuro. Para participar, é preciso enviar a inscrição dentro do prazo estabelecido e atender aos critérios do edital.
As redes sociais da empresa também divulgarão os projetos selecionados e contarão histórias dos beneficiários ao longo da execução.
Conclusão
O novo aporte de R$ 10 milhões do iFood para projetos sociais representa não apenas um investimento financeiro, mas um posicionamento estratégico em prol da transformação social no Brasil. Com foco em educação, inclusão digital, empregabilidade e apoio a territórios vulneráveis, a empresa se consolida como um dos principais agentes de impacto no setor privado nacional.
Ao unir tecnologia, propósito e parcerias sólidas, o iFood mostra que inovação e responsabilidade social podem — e devem — caminhar juntas. A expectativa agora é que os frutos dessa iniciativa se traduzam em oportunidades reais para milhares de brasileiros que vivem à margem do desenvolvimento.
