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Inflação da Copa dispara e torcedores devem pagar caro
A inflação sobre os itens da Copa apresentam alta significativa ao longo dos últimos anos. Confira os valores!
Os preços dos itens relacionados a Copa do Mundo dispararam nos últimos meses. Em comparação a quatro anos atrás, a inflação acumulada sobre determinados produtos está acima dos dois dígitos. Tudo ficou muito mais caro, desde a camisa da seleção até a carne e a cerveja para o churrasco. Confira como ficou cada item.
Inflação da Copa
Um levantamento realizado pela XP aponta qual a inflação dos itens da Copa do Mundo de 2018 a 2022. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) geral do período é de 26,8%.
- Pacote de figurinhas: + 100%;
- Carne: + 79,1%;
- Camisa da seleção: + 40%;
- Refrigerante e água (em casa): + 23,7%;
- Refrigerante e água (fora de casa): + 20,02%;
- Cerveja (em casa): + 18,4%;
- Cerveja (fora de casa): + 14,9%;
- Televisão: + 16,8%;
- Álbum de figurinhas: + 16,5%.
Depois do pacote de figurinhas, como se pode perceber, a carne foi o item que mais encareceu em 4 anos. Quem não abre mão de um churrasquinho precisará desembolsar mais dinheiro.
Vale ressaltar também que beber fora de casa, tanto cerveja quanto refrigerantes e água, vai compensar mais neste ano. No entanto, economistas alertam que consumir fora de casa é 15% mais caro em média. Por isso, é preciso analisar o que pode ser mais vantajoso ou menos caro.
Camisa da seleção
A camisa da seleção, item considerado essencial para muitos, teve uma alta expressiva no período. Atualmente, para comprar a camisa oficial é preciso desembolsar R$ 349,99. A inflação é quase o dobro do que o índice geral do período.
Nesse mesmo caminho, o setor de vestuário vem batendo recordes. No acumulado de 12 meses, a alta é de 16,66% até o mês de julho, a maior variação em 26 anos.
Preço da carne
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O preço da carne teve alta de quase 80% no período. Enquanto item alimentício, o esperado era de um crescimento elevado, de fato. Só nos últimos 12 meses, o grupo de alimentos teve como taxa inflacionária 14,72%, maior que o índice geral do período. No mês de julho, apesar da deflação registrada, o grupo avançou 1,3%.
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Imagem: fifg / Shutterstock.com
