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INSS revela que fila de espera para benefícios caiu para 39 dias; saiba mais

Descubra como o INSS está agindo para reduzir o tempo de espera por benefícios, com o tempo médio de concessão diminuindo para 39 dias em abril. Saiba mais sobre as medidas adotadas e o impacto do sistema Atestmed na agilidade dos processos.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgou recentemente que o tempo médio de concessão de benefícios no país diminuiu para 39 dias em abril, abaixo dos 45 dias estabelecidos por lei.

Além disso, houve uma redução no estoque geral de requerimentos à espera de análise, passando de 1.447.754 para 1.398.397 solicitações.

Fila do INSS: considerações sobre o tempo de espera

Fachada da Previdência Social do INSS
Imagem: SERGIO V S RANGEL / Shutterstock.com

A saber, a diminuição do tempo médio de espera leva em consideração os requerimentos que estão no estoque, mas exclui os pedidos que aguardam complementação de documentação pelos segurados. Dessa forma, a espera não é contabilizada pelo instituto.

O tempo médio de espera inclui a análise de diversos tipos de benefícios, como aposentadorias, pensões, salários-maternidade e auxílios. Acordos internacionais e análises de pós-perícia não são considerados nesse cálculo.

Redução expressiva no número de solicitações em espera e impacto do sistema Atestmed

O ministro da Previdência, Carlos Lupi, destacou que desde junho de 2023, quando foi lançado o Portal da Transparência, o número de pessoas aguardando resposta do INSS reduziu de 1.794.449 para 1.398.397, representando uma queda de quase 23%.

O INSS atribui parte dessa redução ao uso do Atestmed, um sistema que possibilita a solicitação do benefício por incapacidade temporária de forma digital, sem a necessidade de perícia médica presencial. Essa modalidade permite o envio de laudos e atestados médicos e odontológicos de forma eletrônica, agilizando as análises de pedidos.

Economia e eficiência do INSS

A redução do prazo de análise dos requerimentos também gera economia ao INSS, uma vez que a lei determina o pagamento de correção monetária ao segurado caso a concessão de um benefício ultrapasse os 45 dias.

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O presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, ressaltou o esforço dos servidores do instituto, a modernização dos fluxos internos e outras medidas adotadas que têm impactado positivamente nas análises de requerimentos e na redução de gastos com moratórios.

Imagem: SERGIO V S RANGEL / Shutterstock.com