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Banco Inter segue negando vazamentos de dados dos clientes

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Ontem (2), o Banco Inter voltou a negar que os dados dos clientes foram vazados. A instituição Financeira foi questionada pela CVM sobre uma investigação do MPF do Distrito Federal. A investigação pede uma indenização de R$ 10 milhões pelo vazamento. No entanto, o Banco Inter disse que não foi citado ainda formalmente a respeito do ajuizamento da ação judicial. Além disso, o banco reafirmou sobre a convicção da inexistência do comprometimento dos seus sistemas de segurança. Ou seja que não houve o vazamento de dados dos clientes.

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Em contrapartida, o órgão afirma que a segurança dos dados de 19.961 correntistas foi exposta. Sendo que do total, 13.207 clientes tiveram informações bancárias, como número da conta, senhas, endereço, CPF e telefones vazados. Ainda segundo o órgão, 4.840 dados de clientes de outros bancos que fizeram transações com usuários do Inter também foram comprometidos.

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O Banco Central, segundo o relatório do MPF, enviou ao órgão um CD em que contém os dados cadastrais vazados. Isso inclui senhas de conta e de cartão de crédito, mas que não foram enviados devido ao sigilo bancário. Esses dados, no entanto, teriam sido ofertados na Deep Web. O documento ainda relata que o Inter teria ameaçado uma testemunha para que se encerrasse a investigação informal.

“As tentativas de encobrir o incidente de segurança, promovidas pelo Banco Inter, geraram prejuízos morais e insegurança aos clientes, não clientes, investidores, acionistas, ecossistemas de Fintechs e Startups brasileiros de dados, bem como na confiabilidade da migração dos serviços de processamento, armazenamento e de computação em nuvem das instituições financeiras”, afirmou o coordenador da Comissão de Proteção dos Dados Pessoais do Ministério Público do DF, promotor de Justiça Frederico Meinberg.

O Banco enviou uma nota, na época da primeira notícia sobre o vazamento, pelo Tecmundo, em maio. Ela dizia que “conforme a Lei 5.250/1967, Art. 16, é crime a divulgação de “notícias falsas ou fatos verdadeiros truncados ou deturpados” a respeito da instituição financeira, ou para causar “perturbação da ordem pública ou alarma social”. Depois, questionado pela CVM, publicou o comunicado abaixo:

Confira a resposta do Banco Inter:

“O Banco esclarece que tomou conhecimento da divulgação da referida notícia e que não procedem as informações divulgadas pela reportagem de que teria ocorrido um ataque cibernético bem-sucedido ao Banco, resultando no vazamento de informações dos clientes do Banco.

Trata-se de notícia inverídica, com conteúdo técnico questionável e impreciso, publicada com o objetivo exclusivo de prejudicar a reputação do Banco Inter. O Banco Inter foi vítima de uma chantagem interna e imediatamente acionou as autoridades policiais. Considerando que não houve invasão e, tampouco comprometimento dos sistemas de segurança do Banco, entendeu-se não se tratar de fato relevante.

O Banco atesta a robustez de seu sistema operacional, sendo que constantemente aperfeiçoa a sua segurança digital mediante adoção da melhor tecnologia disponível aos seus clientes. Uma evidência disso é o fato do Banco Inter ter sido o primeiro no Brasil a mudar suas operações para hospedagem em nuvem, através da Amazon Web Services (AWS), no primeiro trimestre de 2018.”

Banco Inter MPF by Gustavo José Endler Kahil on Scribd

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