Um empresário do interior de São Paulo alega ter perdido R$ 100 mil ao investir em criptomoedas por meio da empresa MSK Invest. A corretora em questão afirmou que ficou sem dinheiro em decorrência de bloqueios realizados pela Justiça. O caso é mais uma situação de perda milionária que envolve os ativos digitais.
Investidor perde R$ 100 mil em corretora de criptomoedas
Empresa em questão oferecia rentabilidade de 5% ao mês em aplicações de alto risco, como criptomoedas. Entenda!
De acordo com o empresário, ele e seu irmão foram atraídos para começar a aplicar em 2020, com uma proposta de retorno bem acima da média do mercado. Mesmo com alerta de pessoas próximas, os dois não desconfiaram de nada.
Inicialmente, foram investidos R$ 10 mil e o dinheiro de fato começou a render e a cair na conta a cada mês. Assim, resolveu continuar com o investimento. No final das contas, foram aplicados R$ 210 mil ao todo, com rendimento de 5% ao mês.
As informações são do Uol.
Saque do investimento em criptomoedas
Ainda com base nos relatos, foi possível continuar efetuando a retirada de alguns valores por meses. A MSK enviava relatórios periódicos para tratar sobre a rentabilidade da aplicação. Até que, em novembro de 2021, o cenário mudou.
Ao tentar realizar o saque, não conseguiu. A companhia passou a falar que estava com dificuldades. Inclusive, anunciou que encerraria os serviços em dezembro do mesmo ano. Desde então, o empresário não soube mais sobre o seu dinheiro.
Diante da situação, entrou com um processo judicial contra a MSK que segue em curso. Até o momento desta publicação, nenhum parecer foi dado e o dinheiro também não foi devolvido. A empresa ainda entrou com um pedido de recuperação judicial.
MSK está sob investigação
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A MSK, que se declarava como uma assessora de investimentos com foco em ativos de alto risco, chegou a fazer um acordo com o Procon para devolver o dinheiro dos clientes. Contudo, nenhum pagamento foi iniciado.
No ano passado, a empresa foi indiciada pela Polícia Civil de São Paulo, acusada de vários crimes, como pirâmide financeira. A ação segue para o Ministério Público. Ainda não é possível prever o tamanho da fraude.
Imagem: tungtaechit / Shutterstock.com
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