São vários os critérios que devemos considerar antes de investir nosso dinheiro, tais como rentabilidade, prazo de resgate, segurança e isenção de impostos. Hoje, evidenciaremos um destes aspectos: investir sem pagar Imposto de Renda.
Investir sem pagar imposto de renda: confira opções para proteger seu dinheiro
Conheça opções para investir sem ter de pagar Imposto de Renda, aumentando a sua rentabilidade e facilitando a sua vida financeira
Dentre as opções sem dedução do IR estão: a poupança, as LCIs, as LCAs, os CRIs, os CRAs, os rendimentos de fundos imobiliários e as debêntures incentivadas. Você conhecia alguma delas? Já investe nestas opções?
A fim de diversificar a sua carteira e fazer o seu dinheiro render mais, explicaremos mais a fundo um deles, mais especificamente as debêntures incentivadas. Confira!
O que são debêntures incentivadas?
As debêntures incentivadas, assim como seu nome sugere, são uma série de ativos cuja isenção de impostos visa atrair mais investidores. Com esse estímulo, é possível arrecadar mais fundos para investir em projetos de infraestrutura cujo desenvolvimento dependa do governo federal.
Esta opção sem pagar Imposto de Renda surgiu em 2011, com a criação de fundos de renda fixa chamados FI-Infra.
Por que investir?
Além da isenção de impostos, as debêntures incentivadas possuem bastante segurança, pois, no geral, possuem garantias reais – como imóveis ou outros bens de propriedade da empresa que realiza o projeto – ou garantias flutuantes, que garante o pagamento das debêntures antes de todos os credores.
Por outro lado, a boa rentabilidade com baixas deduções também são um aspecto atrativo. A Bradesco Debêntures Incentivadas, por exemplo, teve rentabilidade superior a 12% no último ano e tem uma taxa de administração de apenas 0,5%, com investimento inicial de R$ 1 mil.
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Se quiser realizar investimentos inferiores a R$ 1 mil, é possível escolher a Itaú Debêntures Incentivadas. Sua rentabilidade, no último ano, chegou a 7,84%, com taxa de administração de 0,8%.
Contudo, é importante frisar que ele não conta com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Dessa forma, depende 100% das garantias ofertadas pela entidade que emitiu os títulos.
Imagem: solarseven / Shutterstock.com
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