O governo federal anunciou que a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000 será sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na próxima semana. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante o Salão do Automóvel em São Paulo. Continue lendo para entender quem será beneficiado e como calcular sua economia.
Isenção do Imposto de Renda está a um passo: Lula vai sancionar na próxima semana, afirma Haddad!
Lula vai sancionar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000. Saiba como calcular e aproveitar a economia. Confira agora!
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O que muda na tabela do Imposto de Renda
Atualmente, a faixa de isenção do IR contempla quem recebe até dois salários mínimos, aproximadamente R$ 3.036. Com a nova medida:
- Isenção total: renda de até R$ 5.000 mensais não pagará Imposto de Renda;
- Faixa de desconto progressivo: renda de R$ 5.000,01 a R$ 7.350 terá tributação reduzida;
- Economia potencial: cada contribuinte nessa faixa pode reduzir o pagamento anual em até R$ 4.067,57.
A reforma da tabela foi considerada uma das medidas mais significativas para a redução de desigualdade no país.
Como calcular o desconto do Imposto de Renda
O projeto prevê uma equação simples para calcular o desconto mensal:
978,62 – (0,133145 × rendimentos tributáveis mensais)
Exemplo prático:
- Um trabalhador com salário de R$ 5.350 economizará R$ 266,29 por mês;
- No ano, considerando 13º salário, a economia chega a R$ 3.461,82.
Esses valores podem ser conferidos em planilhas divulgadas por veículos especializados, como o Poder360.
Beneficiados pela isenção do Imposto de Renda
A medida deve atingir aproximadamente 16 milhões de brasileiros, concentrados principalmente na região Sudeste. A ampliação da faixa de isenção e do desconto progressivo garante alívio fiscal a trabalhadores formais e contribuintes da classe média.
Impacto na desigualdade
Segundo Haddad, o Brasil deve deixar a lista das dez nações mais desiguais do mundo. O Índice de Gini, que mede desigualdade, deve registrar melhoria devido:
- Revalorização do salário mínimo após sete anos congelado;
- Ajuste da tabela do Imposto de Renda;
- Medidas de justiça social e fiscal implementadas pelo governo.
O efeito esperado é maior poder de compra para famílias de menor renda e estímulo à economia doméstica.
Tributação sobre alta renda
Para custear parte da isenção e do desconto progressivo, o governo prevê:
- Taxação mínima de 10% sobre rendimentos elevados;
- Aplicável a salários, aluguéis, dividendos, ganhos em Bolsa, fundos de investimento e previdência;
- Alvos principais: contribuintes que recebem R$ 50 mil a mais de R$ 1,2 milhão por ano;
- A alíquota é progressiva, aumentando 0,2 ponto percentual para cada R$ 1.000 acima do limite de R$ 50 mil.
Esta medida mantém a equidade fiscal e garante arrecadação estável.
Promessas de campanha e trajetória do projeto
A isenção do Imposto de Renda foi uma das promessas de Lula durante e após a campanha presidencial. Entre os destaques:
- Repetidamente citada em discursos de 2022 a 2025;
- Considerada política justa e humanista;
- A proposta passou por ajustes na Câmara, mantendo a faixa de isenção para até R$ 5.000 e ampliando o desconto progressivo até R$ 7.350.
Essa trajetória reforça o compromisso do governo com a redução da carga tributária sobre os brasileiros de menor renda.
Economia para o contribuinte
O impacto prático da medida pode ser resumido:
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- Trabalhadores formais com salário de até R$ 5.000 não pagarão IR;
- Renda de R$ 5.000,01 a R$ 7.350 terá desconto proporcional, reduzindo o imposto;
- Contribuintes de alta renda arcarão com tributação mínima de 10% em rendimentos elevados, equilibrando a conta do governo.
A expectativa é que os brasileiros percebam mais dinheiro no bolso, estimulando o consumo e o mercado interno.
Como acompanhar a isenção e o desconto progressivo
Para quem quer conferir os benefícios:
- Acesse calculadoras online de Imposto de Renda;
- Preencha sua renda mensal para verificar economia;
- Consulte a tabela do IR atualizada pelo governo;
- Fique atento a publicações oficiais e orientações da Receita Federal.
Seguindo essas etapas, contribuintes podem planejar melhor suas finanças para 2026.
O que muda para 2026
A isenção e o desconto progressivo entram em vigor em 1º de janeiro de 2026, e deverão impactar positivamente:
- Classe média e trabalhadores formais;
- Redução da desigualdade, conforme o Índice de Gini;
- Planejamento financeiro mais eficiente, com economia de até R$ 4 mil por ano para algumas faixas de renda.
O governo mantém mecanismos para tributar rendimentos elevados, garantindo equilíbrio fiscal e manutenção dos programas sociais.
O projeto de isenção do Imposto de Renda anunciado pelo governo Lula representa uma mudança significativa na política tributária brasileira, beneficiando milhões de trabalhadores, promovendo justiça social e oferecendo economia real no bolso dos contribuintes.
Com a aplicação a partir de janeiro de 2026, o país poderá observar maior equidade e estímulo à economia doméstica, sem comprometer a arrecadação do governo com medidas progressivas para altas rendas.
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Com informações de: Poder360
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