O Banco Central do Brasil anunciou na última quarta-feira, 22 de março de 2023, que o Comitê de Política Monetária (Copom) optou por manter a Selic em 13,75%. Dessa forma, diversas instituições financeiras se pronunciaram sobre a situação, com destaque para o Itaú.
Itaú emite comunicado que desanima os investidores: veja!
Em comunicado, Itaú informa que não se "surpreendeu" com importante decisão que afeta investidores. Saiba mais.
Segundo o banco mais valioso da América Latina, a decisão do Copom foi a “esperada” pelo mercado. Contudo, a instituição alertou que a ata do comitê não indica uma mudança na política de juros no curto prazo.
Além disso, o Itaú informou que aguarda a divulgação do próximo comunicado do Banco Central, previsto para acontecer na terça-feira, dia 28 de março de 2023. Simultaneamente ao banco privado, o Governo Federal criticou a política seguida pela autarquia.
Posicionamento do Itaú sobre os juros
Segundo o comunicado divulgado pelo Itaú, o Copom “entregou a decisão esperada” ao manter a Selic em 13,75%. Vale destacar que diversos agentes do mercado estavam aguardando esse resultado antes mesmo da reunião do comitê.
Além disso, o conglomerado financeiro apontou que o comunicado do BC não indica uma mudança de pensamento da autarquia, mesmo com a crise financeira global. Conforme o banco, a ata não “trouxe nenhuma indicação clara de disposição para flexibilizar a política antes do esperado”.
Ainda assim, o Itaú evitou ser mais incisivo nas críticas ao Bacen, informando que espera uma mudança de política do BC até o final de 2023. Ainda segundo o comunicado do Itaú, a expectativa é que o “comitê reduza a taxa Selic para 12,50% ao ano”.
Reação do Governo Federal
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Algumas autoridades públicas também se pronunciaram sobre a estagnação do juros pelo quinto encontro consecutivo do Copom. Ainda na noite de quarta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, considerou o comunicado da autarquia como “muito preocupante”.
Dessa forma, tanto o Governo Federal quanto instituições financeiras, como o Itaú, têm utilizado um tom semelhante na crítica ao aperto monetário. Vale destacar que os juros do Brasil estão entre os maiores do mundo atualmente.
Imagem: T. Schneider / Shutterstock.com
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