O Itaú lançou os Fundos Mútuos de Privatização Carteira Livre (FMPs), que podem ser uma alternativa mais interessante de investimento, ao menos no longo prazo, para quem utiliza o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.
Itaú lança novo fundo de investimento
O maior banco do país anunciou novo fundo de investimento, que se destaca pela gestão. Saiba mais sobre o novo fundo de investimento do Itaú.
Em suma, o foco do portfólio desse produto financeiro será voltado para empresas que passam ou podem passar por processo de privatização. Com isso, o contribuinte pode investir utilizando capital do seu fundo de garantia.
A grande particularidade do novo fundo de investimento do Itaú está na gestão dos ativos presentes. Assim, vale conhecer mais sobre o funcionamento do novo produto do maior banco da América Latina.
Como funciona o novo fundo de investimento do Itaú?
Inicialmente, os Fundos Mútuos de Privatização são compostos por uma carteira de investimentos com foco em ações da Vale, Eletrobras e Petrobras. O novo fundo do banco, chamado de Itaú Balanceado Ativo FMP-FGTS Carteira Livre, segue uma linha semelhante.
Contudo, como o próprio nome indica, o modelo de gestão do fundo difere na comparação com os “FMPs tradicionais”. Ou seja, os gestores desse portfólio podem investir em outros tipos de ações, não necessariamente ligadas às estatais. Além disso, o portfólio pode ser composto em até 49% por títulos de renda fixa.
Modelo de gestão
Segundo o próprio banco, a tendência é que a carteira desse novo fundo de investimento seja constituída por 45% de renda fixa e 55% de renda variável.
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No caso da parcela de renda variável, a gestora vai se basear na estratégia do fundo Asgard, também gerido pelo banco, cujo foco é superar o Ibovespa. Por outro lado, na fatia de renda fixa, a gestão será baseada em diferentes estratégias utilizadas pela instituição financeira.
Por fim, o Itaú informou que o Itaú Balanceado Ativo FMP-FGTS Carteira Livre terá uma taxa administrativa de 1,5%. Vale destacar que outros bancos também criaram fundos semelhantes, como o Banco do Brasil e o Bradesco.
Imagem: T. Schneider / Shutterstock.com
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