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Janja critica estado de conservação do Palácio da Alvorada

Nova primeira-dama, Janja, critica estado de conservação do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente. Saiba como ele está.

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Janja Silva falando em um púlpito

Janja critica o estado de conservação do Palácio da Alvorada e diz que ela e o presidente Lula só vão se mudar para o imóvel depois que um inventário completo for feito. De acordo com ela, há infiltrações, mobília danificada e peças faltantes.

Em entrevista para o canal Globo News, Rosângela Lula da Silva mostrou o estado do Palácio da Alvorada. O imóvel foi o primeiro a ser inaugurado em Brasília e foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. 

Ele tem 7.000 m² divididos em três andares, subsolo, térreo e primeiro andar. No subsolo estão salas de lazer, serviços e os escritórios da administração do prédio. O térreo abriga os salões governamentais, como o Salão de Estado e a Sala Nobre. 

Então, o primeiro andar é a parte de moradia do prédio. Lá fica o apartamento presidencial com quatro suítes, mais dois outros apartamentos e quartos privativos. Além disso, o imóvel é mobiliado e decorado com várias obras de arte e peças de designers renomados. 

Janja critica estado de conservação do Palácio e diz que peças estão faltando

Durante uma entrevista concedida a Natuza Nery para a Globonews, a atual primeira-dama mostrou o real estado do imóvel. Em uma volta pelo Palácio, apontou paredes com infiltrações e vidros quebrados. 

Na sala de estar, uma das mesas está com a madeira lascada. Os pés de latão dos móveis não estão polidos, o piso de madeira tem partes soltas e outras rachadas, as cortinas estão sujas e tapetes estão rasgados e com buracos. 

Além disso, foram encontrados móveis de couro rasgados, obras de arte danificadas pelo excesso de exposição ao sol e peças de arte sacra do século 19 que estavam no chão. De acordo com Janja, faltou manutenção e cuidado com o imóvel. 

Peças faltando

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Janja critica o estado de conservação do prédio, mas também chama a atenção para os móveis e obras de arte que estão faltando. Durante a entrevista, ela diz que não foi encontrado nenhum registro sobre a movimentação dos móveis e das obras de arte.

Por isso, ainda é preciso procurar no depósito da Presidência da República e em outras residências oficiais do governo para encontrar os itens perdidos.

Imagem: José Cruz/Agência Brasil

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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