Janja critica o estado de conservação do Palácio da Alvorada e diz que ela e o presidente Lula só vão se mudar para o imóvel depois que um inventário completo for feito. De acordo com ela, há infiltrações, mobília danificada e peças faltantes.
Janja critica estado de conservação do Palácio da Alvorada
Nova primeira-dama, Janja, critica estado de conservação do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente. Saiba como ele está.
Em entrevista para o canal Globo News, Rosângela Lula da Silva mostrou o estado do Palácio da Alvorada. O imóvel foi o primeiro a ser inaugurado em Brasília e foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
Ele tem 7.000 m² divididos em três andares, subsolo, térreo e primeiro andar. No subsolo estão salas de lazer, serviços e os escritórios da administração do prédio. O térreo abriga os salões governamentais, como o Salão de Estado e a Sala Nobre.
Então, o primeiro andar é a parte de moradia do prédio. Lá fica o apartamento presidencial com quatro suítes, mais dois outros apartamentos e quartos privativos. Além disso, o imóvel é mobiliado e decorado com várias obras de arte e peças de designers renomados.
Janja critica estado de conservação do Palácio e diz que peças estão faltando
Durante uma entrevista concedida a Natuza Nery para a Globonews, a atual primeira-dama mostrou o real estado do imóvel. Em uma volta pelo Palácio, apontou paredes com infiltrações e vidros quebrados.
Na sala de estar, uma das mesas está com a madeira lascada. Os pés de latão dos móveis não estão polidos, o piso de madeira tem partes soltas e outras rachadas, as cortinas estão sujas e tapetes estão rasgados e com buracos.
Além disso, foram encontrados móveis de couro rasgados, obras de arte danificadas pelo excesso de exposição ao sol e peças de arte sacra do século 19 que estavam no chão. De acordo com Janja, faltou manutenção e cuidado com o imóvel.
Peças faltando
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Janja critica o estado de conservação do prédio, mas também chama a atenção para os móveis e obras de arte que estão faltando. Durante a entrevista, ela diz que não foi encontrado nenhum registro sobre a movimentação dos móveis e das obras de arte.
Por isso, ainda é preciso procurar no depósito da Presidência da República e em outras residências oficiais do governo para encontrar os itens perdidos.
Imagem: José Cruz/Agência Brasil
