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Juros do Tesouro Direto disparam após vandalismo em Brasília

A invasão no Congresso, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal também repercutiu na economia do país e no Tesouro Direto. Entenda!

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Tesouro Direto

A invasão nos prédios do Congresso, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal também repercutiu na economia do país. Na segunda-feira (09), os juros do Tesouro Direto subiram. 

No domingo (08), manifestantes bolsonaristas invadiram e destruíram os imóveis que ficam na Praça dos Três Poderes. Como consequência, foi pedida a prisão do secretário de Segurança do Distrito Federal (DF), Anderson Torres.

Além disso, o governador do DF, Ibaneis Rocha, foi afastado do cargo por 90 dias. As forças policiais também prenderam cerca de 1.500 pessoas que participaram da invasão dos prédios do governo.

Dessa forma, essa crise política também afetou os investimentos brasileiros. Assim, o preço de vários ativos ligados ao governo caíram na segunda-feira após o ataque.

Juros do Tesouro Direto sobe por conta de ataques aos prédios do governo

Além da instabilidade política e social, o ataque dos manifestantes influenciou nos preços de ativos de renda fixa, como o Tesouro Direto. Na segunda-feira (09), os papéis desse tipo tiveram uma alta no juros. 

É importante lembrar que, quanto maior a taxa de juros do Tesouro Direto, menor é o valor dos papéis. Assim, esse aumento pode ser um bom negócio para quem quer investir e manter os papéis até o vencimento. 

Entretanto, a alta de juros implica em uma queda do valor do papel. Dessa forma, o investidor que possui esse tipo de ativo na carteira vai ter uma perda, mesmo que seja temporária.

Quais papéis sofreram aumento?

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Em suma, todos os juros do Tesouro Direto sofreram algum tipo de aumento. Por exemplo, no Tesouro Prefixado 2029, a sua taxa anterior de juros era de 12,92%. Entretanto, às 12h do dia 9 de janeiro ela ficou em 13,07%. 

Os ativos do tesouro que estão atrelados à inflação também tiveram um aumento, apesar de menor. Assim, os papéis com vencimento em 2045 tiveram um crescimento de 6,38% para 6,39%. 

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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