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Justiça nega prisão de Elize Matsunaga por utilizar documentos falsificados

Justiça nega pedido de prisão de Elize Matsunaga mesmo após ter sido confirmado que ela usou documentos falsos. Entenda o caso!

VictóriaPor Victória2 min de leitura
Elize Matsunaga vestida com blusa cinza e casaco preto, sob um fundo preto

Neste mês, o nome de Elize Matsunaga veio a público porque a ex-detenta estava trabalhando como motorista de aplicativo. O caso repercutiu nas redes sociais, visto que muitos usuários da plataforma ficaram receosos de tê-la como motorista. 

Contudo, o trabalho como motorista da Maxim, em Franca, era legalmente aceito, visto que a empresa não solicita ficha de antecedentes criminais e apoia a ressocialização de ex-detentos. 

Uma nova polêmica, entretanto, acabou surgindo depois disso, afirmando que Elize teria falsificado documentos em uma outra empresa que trabalhou. Assim, o caso foi levado à polícia, mas ela deve permanecer em liberdade. 

Por que Elize não será presa? 

De acordo com a Justiça do interior paulista, a ex-detenta deve permanecer em liberdade. Ou seja, o pedido de prisão da promotoria, por uso de documentos falsos, não obteve aprovação. 

Isso porque a Vara de Execuções Criminais de Franca, onde Elize mora e trabalha, considerou que ela está cumprindo as condições que lhe foram impostas (o benefício de liberdade condicional).

Além disso, a Justiça ainda acrescentou que o caso envolvendo um documento falso ainda está em trâmite e em “fase inicial”.

Vale destacar que Elize recebeu uma pena de 16 anos de prisão após assassinar seu marido, o empresário e herdeiro do grupo Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, em 2012. Mas desde o ano passado ela responde pelo crime em liberdade condicional. 

Entenda o caso de Elize Matsunaga

Como dito antes, Elize foi indiciada por usar documentos falsos. Desse modo, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) recebeu uma denúncia anônima a respeito da falsificação e irregularidade, que foi confirmada na última quarta-feira (1°) depois de exames periciais. 

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O atestado de antecedentes criminais que Elize usou conta com três adulterações, sendo elas: 

  • QR Code alterado;
  • assinatura digital alfanumérica com alterações; 
  • e o nome do dono do documento era outro. 

Segundo o delegado Acácio Leite, a ex-detenta pegou o atestado de uma colega sua da empresa e sobrepôs o nome dela por cima. O QR Code, por sua vez, foi borrado e dois números alfanuméricos suprimidos. 

Imagem: Divulgação/Netflix

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Autor

Victória

Graduanda em Letras - Português/Inglês pela Universidade Federal de São Paulo, redatora apaixonada por escrita e comunicação.

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