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Lula perde relevância nas redes sociais, diz pesquisa

Lula não está sendo tão buscado nas redes sociais nos últimos dias, segundo um estudo. Entenda o motivo e veja!

Beatriz CapiraziPor Beatriz Capirazi2 min de leitura
Presidente Lula segurando microfone em discurso

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está perdendo relevância nas redes sociais, de acordo com uma pesquisa recente divulgada pela ‘Bites’ em parceria com o jornal ‘O Globo’. Os dados apontam que nos seus primeiros cinquenta dias de governo, o chefe do Executivo teve o seu nome menos pesquisado do em relação à campanha eleitoral.

Ainda, segundo o estudo encomendado pelo jornal, as contas oficiais de Lula tiveram uma alta busca durante o dia da posse. Em 1º de janeiro, foram somadas 16.079.659 em todos os perfis do chefe do Executivo, incluindo o Facebook, Twitter e Instagram.

Invasão do Planalto também levou a ‘pico de buscas’

Porém, outra data que levou a uma alta nas pesquisas pelo nome de Lula foi o dia 8 de janeiro, quando manifestantes bolsonaristas radicais invadiram o Palácio do Planalto, em Brasília, reivindicando por uma volta de Jair Bolsonaro (PL), sem aceitar a sua derrota nas urnas.

Naquela data, houveram 7.578.994 interações envolvendo o nome do chefe do Executivo. Desde aquele momento, a relevância do nome do petista passou a ser menos citada, com as buscas sobre o marido de Janja chegando a patamares mais baixos nos últimos dias.

Lula envolvido em polêmicas

Mesmo que as buscas pelo presidente tenham sido menores desde o início de janeiro, o chefe do Excecutivo se envolveu em diversas polêmicas desde que tomou o poder. Uma das principais polêmicas se refere ao Banco Central (BC).

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Ao longo de janeiro, Lula teceu diversas críticas ao órgão regulador, destacando que a taxa Selic deveria ser baixada, para que a economia pudesse voltar a se desenvolver. Após a troca de farpas, o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, se comprometeu a selar uma trégua com o governo.

Poucos dias depois, o presidente se comprometeu a não mexer na autonomia do BC até o final de 2024, quando Campos Neto deixará a presidência e Lula poderá indicar alguém para o comando da instituição.

Imagem: Lula Marques / Agência Brasil

Beatriz Capirazi

Autor

Beatriz Capirazi

Jornalista especializada em Jornalismo Econômico pela Fundação Getúlio Vargas/Estadão com interesse em Economia, Política e Direitos Humanos. Autora do livro “Vidas Sucateadas — um olhar sobre a devolução de crianças adotadas”.

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