Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está perdendo relevância nas redes sociais, de acordo com uma pesquisa recente divulgada pela ‘Bites’ em parceria com o jornal ‘O Globo’. Os dados apontam que nos seus primeiros cinquenta dias de governo, o chefe do Executivo teve o seu nome menos pesquisado do em relação à campanha eleitoral.
Lula perde relevância nas redes sociais, diz pesquisa
Lula não está sendo tão buscado nas redes sociais nos últimos dias, segundo um estudo. Entenda o motivo e veja!
Ainda, segundo o estudo encomendado pelo jornal, as contas oficiais de Lula tiveram uma alta busca durante o dia da posse. Em 1º de janeiro, foram somadas 16.079.659 em todos os perfis do chefe do Executivo, incluindo o Facebook, Twitter e Instagram.
Invasão do Planalto também levou a ‘pico de buscas’
Porém, outra data que levou a uma alta nas pesquisas pelo nome de Lula foi o dia 8 de janeiro, quando manifestantes bolsonaristas radicais invadiram o Palácio do Planalto, em Brasília, reivindicando por uma volta de Jair Bolsonaro (PL), sem aceitar a sua derrota nas urnas.
Naquela data, houveram 7.578.994 interações envolvendo o nome do chefe do Executivo. Desde aquele momento, a relevância do nome do petista passou a ser menos citada, com as buscas sobre o marido de Janja chegando a patamares mais baixos nos últimos dias.
Lula envolvido em polêmicas
Mesmo que as buscas pelo presidente tenham sido menores desde o início de janeiro, o chefe do Excecutivo se envolveu em diversas polêmicas desde que tomou o poder. Uma das principais polêmicas se refere ao Banco Central (BC).
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+311 mil seguidores
Ao longo de janeiro, Lula teceu diversas críticas ao órgão regulador, destacando que a taxa Selic deveria ser baixada, para que a economia pudesse voltar a se desenvolver. Após a troca de farpas, o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, se comprometeu a selar uma trégua com o governo.
Poucos dias depois, o presidente se comprometeu a não mexer na autonomia do BC até o final de 2024, quando Campos Neto deixará a presidência e Lula poderá indicar alguém para o comando da instituição.
Imagem: Lula Marques / Agência Brasil
