O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (4), que pretende tomar uma medida para reduzir os preços dos carros no país. De acordo com o petista, “Qual pobre que pode comprar carro popular por R$ 90 mil?”.
Lula planeja deixar os carros mais baratos no Brasil
De acordo com Lula, R$ 90 mil é o valor de um carro apenas para a classe média. Entenda o que o presidente pretende fazer!
A compra de um veículo no Brasil é um passo importante na vida de muitos brasileiros. Seja pela praticidade ou pela autonomia que o carro proporciona, os automóveis são frequentemente vistos como um símbolo de sucesso pessoal e de mobilidade. No entanto, o preço elevado dos veículos tem se tornado um obstáculo significativo para muitos brasileiros.
Nesse contexto, confira o que o presidente Lula deseja fazer para proporcionar o acesso à compra de veículos aos brasileiros.
Lula quer facilitar a compra de carros no Brasil
Lula quer facilitar a compra de carros no Brasil. Assim, além de baixar o preço dos automóveis no país, o presidente afirmou que pretende garantir melhores condições de pagamento para os brasileiros.
Durante a primeira reunião do novo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o presidente afirmou que “Um carro de R$ 90 mil não é popular. É para classe média”. Contudo, ele não explicou ao certo qual será a estratégia para baratear o preço dos carros.
Críticas ao Banco Central
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Além de falar sobre o preço dos carros, o presidente voltou a criticar o Banco Central (BC). Nesta quarta-feira (3), o Copom (Comitê de Política Monetária) optou, mais uma vez, pela manutenção da taxa Selic a 13,75%.
A Selic é o principal instrumento da instituição para controlar a inflação no país. Assim, segundo Lula, “É muito engraçado o que se pensa neste país. Todo mundo aqui pode falar de tudo, só não pode falar de juros. Todo mundo tem que ter cuidado. Ninguém fala de juros, como se um homem sozinho pudesse saber mais do que a cabeça de 215 milhões de pessoas”.
Imagem: Valter Campanato / Agência Brasil
