No segundo trimestre de 2022, segundo levantamento do Banco Central, foram realizadas 5,4 bilhões de transações via Pix. Além disso, de acordo com os dados da autoridade monetária, o número de operações de pagamento no crédito foi de aproximadamente 4 bilhões e no débito 3,8 bilhões.
Mais de 5 bilhões de transações foram feitas por Pix no segundo trimestre
No segundo trimestre de 2022, segundo levantamento do Banco Central, foram realizadas 5,4 bilhões de transações via Pix.
Ademais, o estudo do Banco Central indicou que o Pix foi o maior responsável pelo crescimento anual de 40% no número total de transações financeiras em 2021.
“O crescimento da quantidade total de transações (excluídas aquelas em espécie) observado em 2021, em comparação ao ano anterior, se deu, principalmente, pela adoção acelerada do uso do Pix pela sociedade, como nova alternativa para efetuar seus pagamentos”, afirmou o Banco Central, por meio de nota.
Transações com Pix serão cobradas?
É importante ressaltar que até o momento, não houve nenhum pronunciamento oficial do Banco Central a respeito de uma possível cobrança de taxas sobre o Pix. Todavia, os planos são bem diferentes disso, pois a ideia, na verdade, é possibilitar ainda mais benefícios para os usuários no futuro.
Portanto, os cidadãos brasileiros que utilizam o Pix diariamente podem ficar despreocupados, pois ele não passará a ser cobrado. Além disso, o principal objetivo do Governo Federal juntamente com o Banco Central é aumentar ainda mais o número de usuários da funcionalidade e cobrar pelo serviço poderia prejudicar essa expansão.
Pix para pessoas jurídicas
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No entanto, pessoas jurídicas que não sejam Microempreendedoras Individuais (MEIs) podem ter que pagar taxas sobre o Pix. Dessa forma, o envio e o recebimento de valores via Pix pode ser cobrado desse grupo. Porém, essa cobrança pode ser feita pelas instituições financeiras por onde forem realizados, não pelo Banco Central.
Chaves Pix
Por fim, a chave Pix mais utilizada pelos usuários da funcionalidade é a aleatória, onde uma combinação de letras e números é disponibilizada para a realização da transação. Portanto, são pelo menos 190 milhões de chaves aleatórias, o que corresponde a 39,8%. Logo em seguida vem o CPF, com 22,7%, número de celular, com 21% e endereço de email, com 17,7%.
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