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Mais imposto: grande empresa se posiciona sobre nova cobrança

O novo imposto começou a valer no dia 1° de março e ficará vigente até final de junho deste ano. Confira mais detalhes.

Adriane SacramentoPor Adriane Sacramento2 min de leitura
Pessoa segurando um caneta e apontando para um gráfico exposto em uma folha de papel

O presidente da Shell no Brasil se pronunciou sobre a nova cobrança do governo em um evento ocorrido no Texas, Estados Unidos, no começo desta semana. Cristiano Pinto da Costa espera que o novo imposto sobre exportações de petróleo bruto não dure muito e que seja “isolado”. As informações do Estadão.

Citando uma pesquisa do setor, o executivo falou ainda sobre o possível impacto na competitividade da indústria. Costa, no entanto, disse reconhecer os desafios do novo governo Lula enquanto tenta equilibrar os déficits, mas há uma preocupação em relação à duração do novo imposto.

Presidente da Shell criticou sistema tributário do país

Além de falar sobre a cobrança, o presidente da empresa criticou o sistema tributário do Brasil e mencionou a relevância do arcabouço fiscal. Nas palavras de Costa, o país tem “uma oportunidade de implementar uma nova reforma fiscal” e de estar engajado com a indústria para garantir a simplificação da carga tributária.

Atualmente, a Shell possui 17 plataformas flutuantes que produzem petróleo e gás em território nacional. Inclusive, a empresa é considerada a maior produtora do país, ficando atrás apenas da estatal Petrobras.

Novo imposto sobre o petróleo cru

O novo imposto de 9,2% sobre o petróleo cru começou a valer no dia 1° de março com a Medida Provisória 1.163/2023. A vigência da cobrança sobre óleo cru e minerais betuminosos segue até o dia 30 de junho deste ano. Segundo a União, o tributo é temporário.

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A expectativa do governo é arrecadar R$ 6,6 bilhões com o imposto. A intenção, conforme dito em março, é compensar a manutenção parcial da isenção de tributos sobre combustíveis e auxiliar no alcance de metas fiscais do país. De acordo com o Fisco, a arrecadação com o tributo de exploração já chega a R$ 21 milhões até o momento.

Imagem: Chay_Tee / shutterstock.com

Adriane Sacramento

Autor

Adriane Sacramento

Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e redatora do Seu Crédito Digital desde 2022.

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