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Maxmilhas vai falir? Recuperação judicial da 123 Milhas e HotMilhas preocupa clientes

Como os pedidos de recuperação judicial da 123 Milhas e da HotMilhas, afeta a Maxmilhas? Entenda o caso aqui!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Imagem de um martelo de juiz, alguns livros e uma balança representando a Justiça. Na parte superior está escrito "Recuperação judicial".

As empresas 123 Milhas e a HotMilhas entraram com um pedido de recuperação judicial nesta terça-feira (29). A 1ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte, em Minas Gerais, recebeu essas solicitações, que ainda contam com a agência de viagens Novum.

A Maxmilhas, no entanto, não entrou com esse pedido. Porém, ela negociou o pagamento aos clientes após a crise provocada pela 123 Milhas, já que ambas as empresas pertencem ao mesmo grupo. Saiba mais a seguir.

Veja também:

123 milhas e HotMilhas entram com pedido de recuperação judicial

123 Milhas e HotMilhas pedem recuperação judicial

Notas de dinheiro, passaporte, passagem aérea e um avião em miniatura.
Imagem: Andrew Angelov / Shutterstock.com

À Justiça, a 123 Milhas e a HotMilhas, que é controlada pela empresa, disseram que “estão enfrentando a pior crise financeira desde suas respectivas fundações”. Isso porque, no dia 18 de agosto, a agência de viagens cancelou todos os pacotes promocionais com embarques a partir de setembro deste ano.

A 123 Milhas ainda alega que se viu impossibilitada que de emitir os serviços aos clientes através do Programa Promo123 e, por isso, decidiu tirá-lo do ar. A recuperação judicial serviria, portanto, para que ela possa cumprir suas obrigações “de forma organizada”, diz o documento de defesa da empresa.

Ainda, a HotMilhas é responsável por 90% das operações da 123 Milhas, ou seja, uma é a principal cliente da outra. Assim, com a crise da 123, a HotMilhas acabou afetada e também precisou pedir recuperação judicial por causa disso.

Maxmilhas negocia pagamento com clientes

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Na cadeia de empresas afetadas, também é possível encontrar a Maxmilhas. Ela não pediu recuperação judicial e opera de forma independente, mas, como pertence ao mesmo grupo da 123, a Max está lidando com uma “restrição de acesso a capital de giro”.

Mesmo assim, a companhia anunciou que irá parcelar os pagamentos aos clientes que realizaram a venda de milhas pela plataforma. A empresa permite que, além de comprar passagens com desconto, os clientes vendam as próprias milhas de companhias aéreas nacionais e internacionais.

Confira também a explicação completa desta situação no nosso vídeo sobre o assunto:

Imagem: Zolnierek / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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