Nos últimos anos, a mineração de criptomoedas se tornou uma atividade que cresce a cada dia. A mineração acontece a partir da validação e inclusão de novas transmissões na blockchain – um banco de dados públicos que registram o histórico de movimentação de criptomoedas. É assim que novas moedas digitais são criadas todos os dias.
Mineração de criptomoedas foi proibida nos Estados Unidos
Mineração de criptomoedas foi proibida nos Estados Unidos. Confira mais sobre a decisão divulgada nesta semana, em Nova York.
O problema é que essa atividade pode gerar diversos problemas. Entre eles está o consumo excessivo de energia (por conta do uso de computadores potentes para manter o sistema). E é por conta disso que os Estados Unidos decidiram proibir essa atividade por lá. Então, para saber mais sobre o assunto, confira a seguir!
EUA proíbe mineração de criptomoedas; saiba mais
Assim, a notícia divulgada pelo governo norte-americano é referente ao estado de Nova York. De acordo com o governo, o estado proibiu parte da mineração de criptomoedas por um período de dois anos. Justamente devido ao consumo excessivo de energia decorrente dela.
Esse é o primeiro estado norte-americano a suspender total ou parcialmente o processo de mineração. Na terça-feira (22), a governadora do estado de NY, Kathy Hochul, promulgou o texto votado pelo parlamento do estado. Dessa forma, ele prevê uma moratória sobre as atividades de mineração, e suspende por dois anos quaisquer novas operações.
Importante: o texto se refere apenas a operações que usam o método de “mineração à prova de trabalho” (proof of work). Isso porque ele é considerado o mais exigente no uso de energia, e também o mais utilizado hoje.
Nos EUA, o projeto está sendo tratado como necessário para atingir os objetivos da Lei de Liderança Climática e Proteção Comunitária de 2019. Que, inclusive, tem como uma de suas metas reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 40% até o ano de 2030.
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Para se ter uma ideia da energia gasta no processo de mineração: o processo de minerar ou criar um bitcoin exige algo em torno de 1.150 quilowatts-hora. Equivalente ao consumo médio de uma residência por 40 dias.
Por fim, com a proibição decretada na terça-feira (22), em Nova York, a ideia é substituir o processo atual pelo protocolo “prova de participação” (ou proof of stake), que na prática exigiria o uso de menos eletricidade. Além dos EUA, outros países já decretaram a proibição da mineração de criptomoedas, como China e Kosovo.
Imagem: Coyz0/shutterstock.com
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