Hoje (02), a Medida Provisória (MP) que altera o texto do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, foi aprovada pela Comissão Mista. A alteração veio a partir de um parecer do relator, o deputado federal Maragoni (União-SP).
Minha Casa Minha Vida: bancos privados e digitais agora podem participar do programa
Propostas trouxeram mudanças para o Minha Casa, Minha Vida. Entre elas, está a inclusão de instituições privadas. Saiba mais!
O relatório do deputado considerou mais de 80 emendas que alteram o texto da MP. Portanto, a partir de agora, a Caixa Econômica Federal (CEF) deixa de ser a única instituição financeira a atuar no financiamento das habitações do programa.
Dessa forma, não só os bancos digitais e privados poderão atuar no Minha Casa, Minha Vida, mas também cooperativas de crédito. Contudo, essas instituições terão a obrigatoriedade de apresentar os dados ao Ministério das Cidades.
Outras alterações além das instituições financeiras privadas
O parecer aprovado determina que pelo menos 5% dos recursos destinados à política habitacional sejam direcionados para financiar obras paralisadas. Além disso, reformas ou requalificação de imóveis não utilizados também serão contemplados.
Essa parcela de investimentos, ainda, deve também ser usada para a realização de obras habitacionais, em municípios com até 50 mil habitantes. Dessa forma, a medida visa resolver a questão relacionada ao déficit habitacional e ao uso inadequado de recursos públicos.
No geral, o parecer aprovado estabelece diretrizes importantes para a alocação de recursos do programa. A MP visa, portanto, solucionar problemas específicos como obras paralisadas, imóveis não utilizados e a falta de habitações em municípios menores.
Essas medidas têm o potencial de impulsionar o setor imobiliário, gerar impacto social positivo e melhorar as condições de moradia em todo o país. Além disso, os habitantes registrados no Cadastro Único (CadÚnico) terão desconto de 50% na conta de luz.
Contratos digitais para o Minha Casa, Minha Vida
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Ao invés de utilizar métodos tradicionais, como documentos físicos e assinaturas manuais, as transações imobiliárias poderão ser feitas de forma completamente digitalizada. Sendo assim, a mudança representa uma evolução significativa no setor imobiliário, trazendo diversos benefícios, tanto para os compradores quanto para os vendedores.
Ao utilizar meios digitais eletrônicos, a formalização dos contratos torna-se mais ágil, eficiente e segura. Além disso, elimina-se a necessidade de deslocamentos físicos para a assinatura de documentos, o que proporciona conveniência e economia de tempo.
Imagem: MIND AND I / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
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