De fato, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No entanto, um ministro do atual governo atacou o grupo em seu discurso durante a posse do novo diretor da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária).
Ministro de Lula ataca membros do MST
Além de atacar o MST, o ministro disse que está pronto para o diálogo com representantes do agronegócio. Entenda o caso!
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, relatou na última terça-feira (7), que o MST possui integrantes “desordeiros”. Além disso, o chefe da pasta disse repudiar as invasões em terras produtivas.
A saber, o MST invadiu, no dia 28 de fevereiro, três fazendas de reflorestamento da empresa Suzano, localizadas no Sul da Bahia.
Respeito ao direito de propriedade
Durante a solenidade, Fávaro argumentou que, junto com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, e demais ministros do governo Lula – sob o aval do presidente –, irá cuidar da reforma agrária.
Ademais, o líder do ministério da Agricultura e Pecuária, alegou que o governo não será intransigente com as ocupações cometidas pelos sem-terras. Fávaro respaldou que a lei deva ser cumprida e defendeu que o direito de propriedade deva ser respeitado.
Inclusive, ele ainda relembrou as invasões do MST no Congresso Nacional, em 2006. O ministro foi aplaudido pelos presentes após dizer:
“Se não fomos intransigentes com as invasões do Congresso Nacional, não seremos intransigentes e vamos repudiar invasão de terra produtiva. Não é possível que conquistas de tantos anos possam ficar fragilizadas por movimentos de desordeiros”, Carlos Fávaro, durante posse da diretoria da FPA
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Estreitar os laços com o agronegócio
Durante o evento realizado para marcar a posse do deputado Pedro Lupion (Progressistas-PR) ao cargo de diretor da FPA, em Brasília, o ministro Carlos Fávaro, ainda mencionou o fim das eleições. Argumentou, ainda, que o governo está de prontidão para dialogar e estreitar os laços com representantes do agronegócio.
Imagem: Joa Souza/ shutterstock.com
