Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Ministro do Trabalho confronta Uber novamente

O Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, confronta mais uma vez o aplicativo de transporte Uber. Saiba mais sobre o caso.

Paula PifferPor Paula Piffer2 min de leitura
Imagem do Ministro Luiz Marinho

Em uma reunião na terça-feira, 07 de março de 2023, o Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, confrontou novamente a Uber. Isso porque, na ocasião, Marinho declarou que, se o app de transportes quiser sair do Brasil por conta da regulamentação trabalhista dos aplicativos, é “problema da Uber”.

Além disso, o Marinho também falou que todos estamos sujeitos às leis brasileiras, inclusive os apps. Dessa forma, a regulamentação é resultado de discussões com a sociedade, que implicou em adequar legalmente os aplicativos.

Ademais, o político ressaltou que não deseja que a empresa vá embora. Ele também falou sobre a importância do país para a Uber: “Ah, mas e se for embora? Se for embora, problema da Uber. Mas não vai embora, porque o Brasil é o primeiro mercado no mundo”.

Mais do Ministro do Trabalho sobre a questão

Não é a primeira vez, no entanto, que Marinho confronta a Uber. Em fevereiro de 2023, quando anunciou uma provável mudança na legislação trabalhista, ele falou sobre a empresa. Disse que, caso ela deixasse o Brasil, iria a substituir pelos Correios, uma vez que este já tem inteligência logística.

Além disso, na mesma ocasião, o Ministro do Trabalho e Emprego falou que o aplicativo fez uma “chantagem” com a Espanha, ameaçando deixar o país. Isso porque o país europeu também estava revendo sua legislação trabalhista para integrar os entregadores por aplicativo.

Legislação pode englobar os entregadores

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

As ações de Marinho estão voltadas para integrar, inicialmente, os entregadores de apps dentro dos direitos da Consolidação das Leis Trabalho (CLT). Atualmente, eles trabalham como “parceiros de entrega”, o que significa que são terceirizados das empresas.

Ademais, o Ministro do Trabalho afirmou que seu objetivo é garantir proteção social aos trabalhadores. Além disso, também busca evitar que eles cumpram jornadas de trabalho excessivas.

Imagem: Valter Campanato / Agência Brasil

Paula Piffer

Autor

Paula Piffer

Formada em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, atualmente é pós-graduanda em Negócios Digitais pela USP.

Topicos relacionados