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Montadora queridinha dos brasileiros faz demissão em massa: vai falir?

Após o anúncio do corte de funcionários, demissão em massa busca economizar US$ 2 bilhões aos cofres de uma montadora. Entenda o caso.

Wendell SoaresPor Wendell Soares2 min de leitura
Carros enfileirados

Após um comunicado no início de 2023, onde dizia que não haveria demissões, a montadora General Motors (GM), informou que irá reduzir vagas de trabalho administrativas e executivas. A notícia estampou uma matéria no jornal estadunidense Detroit News e veio de encontro à iniciativa da GM de reduzir custos em torno de US$ 2 bilhões.

Segundo a empresa, a demissão acontecerá para cerca de 500 pessoas. Para isso, a General Motors começou um corte em diversos cargos assalariados e de nível executivo.

Contudo, a companhia declarou que em nível mundial, os números são apenas de “poucas centenas”, sem determinar de modo objetivo quantos funcionários serão demitidos.

Diretoria da GM relaciona as demissões com corte de despesas

Em uma carta para os funcionários da montadora de Detroit, o diretor de pessoal Arden Hoffman escreveu que a General Motors se mantém “comprometida com 2 bilhões em economia de custos nos próximos dois anos, o que encontraremos reduzindo despesas corporativas, despesas gerais e complexidade em todos os nossos produtos”.

Após um fechamento com baixa de 1,5% na  Bolsa de Valores na última terça-feira (28/2), a GM reforçou que os cortes não são vistos como demissões. Isso porque, segundo a companhia, trata-se apenas de um esforço para reduzir custos estruturais e calibrar o desempenho financeiro da empresa.

No Brasil, outras duas montadoras apontam para crises internas em fevereiro

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Ainda não é possível prever o impacto da demissão em massa da GM no mercado brasileiro. Contudo, o mercado de automóveis segue em sinal de alerta após as férias coletivas fornecidas pela Chevrolet e Volkswagen em fevereiro.

A fábrica da Chevrolet em Gravataí (RS) teve um recesso entre os dias 6 e 23 de fevereiro. Por sua vez, a Volkswagen suspendeu a produção nas fábricas de São Bernardo do Campo (SP) e São José dos Pinhais (PR) desde o dia 22 do mês passado, com previsão de retorno para a próxima sexta-feira (3). Além disso, também houve paralisação das atividades em São Carlos (SP) no dia 20 de fevereiro; a data de retorno é amanhã (2).

Imagem: Imagem: Mikbiz / shutterstock.com

Wendell Soares

Autor

Wendell Soares

Pós-graduado em Marketing Digital, jornalista, redator SEO e apaixonado pela escrita e leitura.

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