Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Mudança no ‘pedacinho’ do Nubank: fintech apresenta novo plano para BDRs

Nubank apresenta novo plano para encerar as suas BDRs Nível III na Bolsa de Valores do Brasil. Veja as opções dos acionistas!

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Nubank

O Nubank é uma fintech brasileira, entretanto a negociação das suas ações acontece na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Assim, ela está se preparando para deixar de ser uma empresa de capital aberto no Brasil. 

Nesse sentido, o Nubank vai reapresentar o plano de descontinuidade de seu Programa de BDRs Nível III. Com o fechamento do capital da empresa no Brasil, ela deve substituir suas ações nível III por ações nível I (voltada para empresas estrangeiras). 

De acordo com a fintech, fechar o capital no Brasil é uma forma de otimizar os custos e os processos da empresa. Além disso, o novo plano não irá prejudicar nenhum acionista atual ou futuro. 

Projeto do Nubank prevê substituição de 1 para 1

O novo plano apresentado pelo Nubank, diz que os acionistas que possuem BDRs Nível III (incluindo quem faz parte do Programa NuSócios) terão 30 dias para escolherem uma das seguintes opções:

  • continuar como acionistas, mas recebendo Ações Ordinários Classe A negociadas pela NYSE. Atualmente, cada BDR Nível III equivale a ⅙ da ação ordinária;
  • trocar suas BDRs Nível III por BDRs Nível I, na medida de que uma BDR Nível III vale uma BDR Nível I.

Se, no final desse período de 30 dias, o acionista do Nubank não se manifestar em favor de uma das opções, a empresa vai repassar a ele o valor referente ao seu investimento depois de vender, na Bolsa de Nova York, a totalidade das ações que lastreiam os BDRs Nível III. 

Fechamento de Capital

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Em dezembro do ano passado, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deu sinal verde para o fechamento do capital do Nubank no Brasil, mas pediu que o plano tivesse alterações. Assim, a fintech criou o programa atual. 

Ele será apresentado primeiro à Bolsa de Valores do Brasil (B3) e depois para a CVM, os quais farão uma análise. 

Imagem: rafapress / Shutterstock.com

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

Topicos relacionados