Nova regulamentação preocupa assinantes da Netflix. As normas promovidas pela Agência Reguladora do Audiovisual (Ancine) podem tornar o serviço de streaming mais caro. Recentemente, a plataforma lançou o plano básico com anúncios, na tentativa de oferecer uma opção de assinatura mais em conta.
Netflix: notícia preocupa assinantes da plataforma
Após um ano turbulento, mais uma novidade deve preocupar os assinantes da Netflix em 2023. Entenda a situação.
Atualmente, a Netflix é uma das plataformas de streamings que oferecem as mensalidades mais caras. Seus planos vão de R$ 18,90 a R$ 55,90. Em comparação, por exemplo, a Amazon Prime Video, uma de suas principais concorrentes, oferece plano anual de R$ 119.
Netflix mais cara? Entenda a regulamentação dos serviços de streaming no Brasil
De acordo com o projeto apresentado e que deve ser concluído até o fim do ano, plataformas de streaming deverão passar por melhorias quanto a infraestrutura. Assim, as medidas devem impactar nos preços das mensalidades.
Com o projeto, a Ancine quer regulamentar a isenção da Contribuição quanto ao Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) para as plataformas de streaming e VoD. Isto é, não somente a Netflix, bem como suas concorrentes que atuam no Brasil, poderão ficar mais caras.
É importante destacar que, caso a regulamentação avance, significa que tanto os streamings, quanto a TV e o cinema, devem seguir as mesmas regulações.
A principal preocupação para os assinantes da Netflix leva em conta seus atuais preços, que já se encontram consideravelmente acima da média dos serviços de outras plataformas similares.
Confira os preços dos planos mais baratos da Netflix e algumas concorrentes:
- Netflix – R$ 25,90 (sem considerar o plano básico com anúncios de R$ 18,90);
- Globoplay – R$ 22,90;
- HBO Max – R$ 19,90;
- Prime Video – R$ 14,90;
- UOL Play + HBO Max + Paramount+ – A partir de R$ 24,90.
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Maior fiscalização no mercado de telecomunicações
Junto a Ancine, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve aplicar as novas normas para o setor. Os órgãos devem estar atentos às possíveis práticas anticompetitivas dentro do mercado.
Por enquanto, são discutidos no projeto os registros das obras, além das informações presentes nos catálogos e os chamados Serviços de Acesso Condicionado (SeAC).
Imagem: Divulgação/Netflix
