Os numismatas – colecionadores de moedas raras – estão atrás de uma nota de R$ 1 que pode valer aproximadamente R$ 300. A nota de R$ 1 circulou pelo mercado entre os anos 1994 e 2005, sendo extinta em seguida.
Nota rara de R$ 1 pode vale quase R$ 300: veja se você tem
Os colecionadores de notas e moedas raras estão atrás de uma nota de R$ 1 que pode valer quase 300 vezes mais que seu valor original
Apesar de não ser mais comumente encontrada, não é qualquer cédula que vale quantias tão altas. Coisas como o estado de conservação, tiragem e número de série também influenciam no valor da nota.
A nota que está valendo a grana faz parte da série que vai de 0001 a 0072. Ela é a de cor verde, com a imagem da Esfinge da República e o desenho de um beija-flor no verso.
Quanto ao número de série, é preciso que o código contenha as letras “BA” em seu registro. Além disso, a cédula deve contar com as assinaturas dos ex-presidentes do Banco Central do Brasil, Gustavo J.L. Loyola e Petro S. Malan.
Moedas raras: onde comprar e como vender
A Sociedade Numismática Brasileira (SNB) – entidade sem fins lucrativos fundada no ano de 1924 – divulga em seu site compradores, casas de leilões e pessoas físicas que estejam buscando novas peças para suas coleções.
Essas notas também podem ser encontradas em plataformas online, como OLX e Mercado Livre.
Recentemente, uma nota de R$ 100 de 1994 começou a ser procurada pelos numismatas pelo valor de aproximadamente R$ 5 mil.
Essa nota é da “primeira família” do real, não contem a frase “Deus seja louvado” e possui duas assinaturas: a do Ministro da Fazenda, Rubens Ricupero, e do presidente do Banco Central, Pedro Mala.
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O vice-presidente da SNB, Bruno Pellizzari, sempre ressalta que o bom estado da nota ou moeda influencia muito em seu valor. Ele também aponta que nota velha não é sinônimo de nota rara.
“Uma moeda emitida há duas décadas pode valer mais do que uma do Império ou da Colônia. O que dita o preço de uma peça não é a idade, e sim a quantidade de moedas feitas naquele ano específico e o estado de conservação”, explica ele.
Imagem: Cleber Coimbra / tesoureiro da Associação Filatélica e Numismática de Brasília
