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Notícia preocupante para quem utilizou o FGTS desta forma; confira

Notícia impactante para quem utilizou o FGTS para isso. Leia mais e confira já se você foi uma dessas pessoas.

Guilherme TabosaPor Guilherme Tabosa2 min de leitura
Quatro quadrados, sob uma mesa, lado a lado formando a palavra FGTS.

A privatização da Eletrobras foi proposta pelo ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), por meio de medida provisória. Ela foi aprovada pelo Congresso, em junho de 2021, e se tornou lei após sanção presidencial, em julho do mesmo ano.

Segundo as regras da companhia, quem investiu nela com seu FGTS pode realizar o resgate 12 meses após a sua aplicação. Essa movimentação está disponível desde o início do mês.

A variação não inclui os dividendos distribuídos pela empresa neste período, visto que são fatores externos que estão prejudicando as ações da empresa.

Ações da Eletrobras em baixa

Um ano após o processo de privatização da Eletrobras, investidores que utilizaram o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para comprar ações da companhia enfrentam dificuldades. Segundo informações do portal G1, o prejuízo atingiu a marca de 8,5%.

Em junho de 2022, as ações da empresa de energia elétrica eram comercializadas a R$ 42. Já em 14 de junho deste ano, elas foram vendidas a 38,44%. A movimentação surpreendeu as análises iniciais dos especialistas.

No entanto, ao trazer os recursos de volta, eles são direcionados automaticamente para a conta do FGTS, ou seja, as regras para o saque do dinheiro são as previstas em lei. São permitidos casos como a aposentadoria e compra de imóveis.

Vale ressaltar que a queda nas ações não significa um prejuízo aos investidores – isso só acontece caso um deles venda suas ações enquanto elas estiverem em baixa.

Lula busca ”desprivatizar” Eletrobras

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Analistas avaliam que as declarações do presidente Lula não têm contribuído para a imagem da companhia. De acordo com ele, seu desejo é reverter a decisão que privatizou a empresa.

O presidente afirmou que os termos do contrato foram ”leoninos” com o governo, e já comunicou à Advocacia-Geral da União (AGU) que vai buscar reverter a decisão. Atualmente, o poder público tem direito a 42,61% das ações da Eletrobras, mas, após a lei de desestatização, a proporção para o governo ficou na faixa de 10%.

Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

Guilherme Tabosa

Autor

Guilherme Tabosa

Cursando o 6º semestre de Jornalismo na UNI7. Apaixonado por escrever, esporte e surfe.

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