A reforma tributária é uma das principais propostas do governo Lula e um assunto que faz parte da política econômica brasileira há alguns anos. Agora, o tema voltou a ganhar força com as possibilidade de mudanças ainda neste ano, caso seja aprovada pelo Congresso Nacional.
Nova reforma tributária pode ser boa para os brasileiros?
A reforma tributária brasileira voltou a ganhar força e deve ser votada ainda neste ano, de acordo com o atual governo. Saiba mais!
No início desta semana, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou que a medida pode ser muito positiva para a economia do país, capaz de elevar o Produto Interno Bruto (PIB) em até 20% em um período de 15 anos.
Nesse sentido, um dos principais objetivos do novo governo é a simplificação dos tributos que são cobrados e a devolução da parte dos impostos para a população de baixa renda. A ideia é que, assim, seja possível diminuir a desigualdade. Mas, afinal, a reforma tende a ser boa para os brasileiros?
Principais pontos
A reforma tributária é um assunto complexo por diversos motivos. No entanto, é possível ressaltar os principais pontos que já foram abordados pelo atual governo até o momento. Veja:
- Unificação de cinco tributos (PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS), que deverá ser chamado de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS);
- Fusão de duas PECs (Propostas de Emenda à Constituição) que tramitam no Congresso;
- Devolução de parte dos tributos sobre consumo para a população de baixa renda.
Para acelerar o processo de análise de ambos os textos, foi criado um Grupo de Trabalho com 12 parlamentares. No entanto, a grande resistência vem de setores que se preocupam com a elevação dos impostos, fim de incentivos fiscais e perda de receita para estados e municípios.
A reforma tributária é positiva?
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De acordo com o Governo Federal, como citado anteriormente, a reforma tende, sim, a ser positiva para os cidadãos brasileiros. Assim, mesmo com o aumento da taxação sobre a classe média e alta, o benefício seria de todos, uma vez que a economia de forma geral poderia avançar.
Por isso, caso ocorra como o previsto, as famílias de classe baixa poderão ser mais beneficiadas com a mudanças, mas as famílias enquadradas na faixa média e alta também serão afetadas de uma boa forma.
Imagem: rafastockbr/shutterstock
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